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<title>Notícias da Prefeitura de AMITESP</title>
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<description>Últimas notícias da Prefeitura de AMITESP.</description>
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<title>Notícias da Prefeitura de AMITESP</title>
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<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:24:25 -0300</pubDate>
<title>EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA</title>
<link>https://amitesp.com.br/edital-de-convocacao-de-assembleia-geral-extraordinaria</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/edital-de-convocacao-de-assembleia-geral-extraordinaria</guid>
<description>
&lt;p&gt;A AMITESP - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, CNPJ no 27.156.515/0001-31, com sede no Largo do Arouche, 290, 7&amp;ordm; Andar, Centro &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo/SP, CEP: 01219-904, por seu Presidente Jos&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio de Faria, por meio do presente edital, CONVOCA as Prefeituras associadas a comparecerem &amp;agrave; Assembleia Geral Extraordin&amp;aacute;ria, na forma do par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico do artigo 16 do Estatuto da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ser&amp;aacute; realizada no dia 13 de setembro de 2025, &amp;agrave;s 9h (nove horas), em primeira convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e &amp;agrave;s 9h30min (nove horas e trinta minutos), em segunda convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na sede da Fazenda Villa Cafeeira, localizada no munic&amp;iacute;pio de Laranjal Paulista, Estado de S&amp;atilde;o Paulo, com endere&amp;ccedil;o &amp;agrave; Rodovia Marechal Rondon (BR-273), km 179,5, Indagua&amp;ccedil;u - Reta, CEP: 18500-000 - telefone (15) 997203587, no dia 13 de setembro de 2025, onde se reunir&amp;atilde;o para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do endere&amp;ccedil;o da sede da AMITESP; &lt;br /&gt;2)Reforma do Estatuto para adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Lei Federal n.&amp;ordm; 14.341/2022; &lt;br /&gt;3)Outros assuntos de interesse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quaisquer d&amp;uacute;vidas poder&amp;atilde;o ser dirimidas presencialmente ou atrav&amp;eacute;s do e-mail: contato@amitesp.com.br ou telefone (11) 93377-5225.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o Paulo, 27 de agosto de 2025.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JOSE BASILIO DE FARIA - Presidente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Oficial" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_0_1_11092025122057.pdf"&gt;Confira a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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<category>Transparência</category>
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<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:24:25 -0300</pubDate>
<title>EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA</title>
<link>https://amitesp.com.br/edital-de-convocacao-de-assembleia-geral-extraordinaria</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/edital-de-convocacao-de-assembleia-geral-extraordinaria</guid>
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&lt;p&gt;A AMITESP - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, CNPJ no 27.156.515/0001-31, com sede no Largo do Arouche, 290, 7&amp;ordm; Andar, Centro &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo/SP, CEP: 01219-904, por seu Presidente Jos&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio de Faria, por meio do presente edital, CONVOCA as Prefeituras associadas a comparecerem &amp;agrave; Assembleia Geral Extraordin&amp;aacute;ria, na forma do par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico do artigo 16 do Estatuto da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ser&amp;aacute; realizada no dia 13 de setembro de 2025, &amp;agrave;s 9h (nove horas), em primeira convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e &amp;agrave;s 9h30min (nove horas e trinta minutos), em segunda convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na sede da Fazenda Villa Cafeeira, localizada no munic&amp;iacute;pio de Laranjal Paulista, Estado de S&amp;atilde;o Paulo, com endere&amp;ccedil;o &amp;agrave; Rodovia Marechal Rondon (BR-273), km 179,5, Indagua&amp;ccedil;u - Reta, CEP: 18500-000 - telefone (15) 997203587, no dia 13 de setembro de 2025, onde se reunir&amp;atilde;o para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do endere&amp;ccedil;o da sede da AMITESP; &lt;br /&gt;2)Reforma do Estatuto para adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Lei Federal n.&amp;ordm; 14.341/2022; &lt;br /&gt;3)Outros assuntos de interesse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quaisquer d&amp;uacute;vidas poder&amp;atilde;o ser dirimidas presencialmente ou atrav&amp;eacute;s do e-mail: contato@amitesp.com.br ou telefone (11) 93377-5225.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o Paulo, 27 de agosto de 2025.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JOSE BASILIO DE FARIA - Presidente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Oficial" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_0_1_11092025122057.pdf"&gt;Confira a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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<category>Notícias</category>
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<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 16:21:35 -0300</pubDate>
<title>Adolfo</title>
<link>https://amitesp.com.br/adolfo</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/adolfo</guid>
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&lt;div class="desc-noticia"&gt;
&lt;h2&gt;Conhe&amp;ccedil;a o Munic&amp;iacute;pio Tur&amp;iacute;stico de Adolfo&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="conteudo-noticia"&gt;
&lt;div class="conteudo-editor"&gt;
&lt;div&gt;Quem vai a Adolfo nunca se esquece. Essa &amp;eacute; a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral que se tem da pequena e pacata, mas muito acolhedora cidade do noroeste paulista com&amp;nbsp;4.351&amp;nbsp;habitantes, de acordo com estimativas do IBGE/2022. Este destino recebeu em 2019 a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o como MIT (Munic&amp;iacute;pio de Interesse Tur&amp;iacute;stico) e est&amp;aacute; localizado na regi&amp;atilde;o de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto, &amp;agrave;s margens do rio Tiet&amp;ecirc; distante 468 km da capital. Um monumento ao tucunar&amp;eacute;, que alguns chamam de rei do rio, erguido na entrada da cidade de Adolfo j&amp;aacute; mostra a import&amp;acirc;ncia que o turismo de pesca tem ali.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro de Lazer do Trabalhador, que abriga a Praia Municipal de Adolfo, a Prainha, &amp;eacute; um dos atrativos naturais mais visitados da regi&amp;atilde;o, &amp;agrave;s margens do Ribeir&amp;atilde;o da Fartura, cujo destaque para quem chega s&amp;atilde;o os ranchos existentes nos loteamentos e um p&amp;ocirc;r do sol que proporciona aos fot&amp;oacute;grafos um deleite visual na chamada hora m&amp;aacute;gica. De carro, o visitante percorre por 4,5km a estrada vicinal&amp;nbsp; ngelo Soldeira e segue no sentido noroeste a partir do centro. A Prainha conta com uma infraestrutura composta por 52 quiosques, &amp;aacute;rea de camping, chal&amp;eacute;s, sendo um com acessibilidade, banheiros, restaurantes, pista para caminhada e at&amp;eacute; campo de futebol. Al&amp;eacute;m das &amp;aacute;reas para aluguel de chal&amp;eacute;s, Adolfo tamb&amp;eacute;m possui locais pr&amp;oacute;prios para os adeptos do camping (com capacidade para 200 barracas), al&amp;eacute;m de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de hospedagem em pousadas e hot&amp;eacute;is.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;img src="https://www.turismo.sp.gov.br/datafiles/suite/escritorio/aplicativo/conteudo/album_fotografico/3409.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;O monumento, na entrada da cidade, destaca a escultura do Tucunar&amp;eacute;, considerado o rei do rio e cobi&amp;ccedil;ado por pescadores&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;N&amp;atilde;o s&amp;oacute; a Prainha teve projeto de revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o desenvolvido pelos t&amp;eacute;cnicos municipais, como todo o Centro de Lazer do Trabalhador. Se a ideia &amp;eacute; receber melhor o visitante, tamb&amp;eacute;m houve projetos desenhados para obras no ponto central da cidade, a Pra&amp;ccedil;a S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute;, onde se encontra a igreja matriz. Al&amp;eacute;m das imagens sacras, outro destaque &amp;eacute; para a torre dos sinos, composta por tr&amp;ecirc;s pe&amp;ccedil;as em ferro fundido No interior do templo religioso o visitante encontra destacados exemplares de vitrais coloridos que ornamentam a nave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O turista pode visitar a cidade o ano todo. H&amp;aacute; a Festa dos Santos, o Junin&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m dos tradicionais festejos de S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o (que recebe cerca de oito mil pessoas), do Pe&amp;atilde;o de Boiadeiro (trazendo 15 mil pessoas), o Encontro Anual de Veleiros, a Festa de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute;, a Expo Show, o Quarter Horse, que projetam o munic&amp;iacute;pio no cen&amp;aacute;rio tur&amp;iacute;stico, al&amp;eacute;m do Campeonato de Pesca Amadora que envolve tucunar&amp;eacute;, corvina e til&amp;aacute;pia. Vence quem capturar o maior peixe de cada modalidade.&amp;nbsp; Gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; exuber&amp;acirc;ncia que privilegia o seu entorno, Adolfo recebe visitantes especialmente nos fins de semana e nos feriados prolongados.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;img src="https://www.turismo.sp.gov.br/datafiles/suite/escritorio/aplicativo/conteudo/album_fotografico/3410.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;O Centro de Lazer do Trabalhador, que abriga a Prainha de Adolfo, &amp;eacute; um dos atrativos naturais mais visitados da regi&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Conta a hist&amp;oacute;ria que em 30 de novembro de 1944 foi criado o Distrito de Adolfo, destacado do munic&amp;iacute;pio de Rio Preto que depois passou a ser chamado de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto, com o objetivo da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo munic&amp;iacute;pio de nome Nova Alian&amp;ccedil;a. Em divis&amp;atilde;o territorial de 1&amp;ordm; de julho de 1950, o distrito de Adolfo faz parte do munic&amp;iacute;pio de Nova Alian&amp;ccedil;a. E em 18 de fevereiro de 1959 foi criado o munic&amp;iacute;pio com a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Adolfo e Adolfo Moreira Filho foi seu primeiro prefeito eleito em outubro de 1959.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ir at&amp;eacute; Adolfo, saindo de S&amp;atilde;o Paulo, &amp;eacute; preciso acessar a SP-348 (Rodovia dos Bandeirantes) at&amp;eacute; a sa&amp;iacute;da 168, a SP-310 (Rodovia Washington Luiz) at&amp;eacute; a sa&amp;iacute;da 287, a SP-331 (Rodovia Victor Maida), a SP-304 (v&amp;aacute;rias denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es) at&amp;eacute; a sa&amp;iacute;da do km 467,5 e a SP-355 (Rodovia Mauricio Goulart).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.adolfo.sp.gov.br"&gt;www.adolfo.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.turismo.sp.gov.br"&gt;www.turismo.sp.gov.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 11:37:04 -0300</pubDate>
<title>AMITESP em Movimento: iniciativa itinerante fortalece o turismo regional e une gestores públicos em prol do desenvolvimento dos MITs</title>
<link>https://amitesp.com.br/amitesp-em-movimento-iniciativa-itinerante-fortalece-o-turismo-regional-e-une-gestores-publicos-em-prol-do-desenvolvimento-dos-mits</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/amitesp-em-movimento-iniciativa-itinerante-fortalece-o-turismo-regional-e-une-gestores-publicos-em-prol-do-desenvolvimento-dos-mits</guid>
<description>
&lt;p&gt;A AMITESP &amp;ndash; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; deu in&amp;iacute;cio ao &lt;em&gt;AMITESP em Movimento&lt;/em&gt;, uma nova e estrat&amp;eacute;gica iniciativa voltada ao fortalecimento do turismo regional e &amp;agrave; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os gestores p&amp;uacute;blicos municipais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma proposta itinerante, o &lt;em&gt;AMITESP em Movimento&lt;/em&gt; percorre diversas regi&amp;otilde;es do Estado promovendo encontros presenciais com prefeitos, secret&amp;aacute;rios de turismo, vereadores e demais lideran&amp;ccedil;as locais. O principal objetivo &amp;eacute; fomentar o di&amp;aacute;logo, compartilhar experi&amp;ecirc;ncias de sucesso, valorizar as potencialidades de cada munic&amp;iacute;pio e construir, de forma coletiva, caminhos s&amp;oacute;lidos para o desenvolvimento do turismo paulista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O local anfitri&amp;atilde;o do primeiro AMITESP em Movimento foi o Munic&amp;iacute;pio de Novo Horizonte, que recebeu o projeto no &amp;uacute;ltimo dia 30 de junho. O Prefeito da cidade e Tesoureiro da Entidade destacou que &amp;ldquo;&lt;em&gt;a AMITESP&lt;/em&gt; &lt;em&gt;foi conversar de perto com os comerciantes, com os empres&amp;aacute;rios da cidade para fortalecer o turismo, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; de uma cidade A ou de uma cidade B, mas de toda a regi&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por sua vez, o Presidente da Entidade, Prefeito Jos&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio salientou: &amp;ldquo;&lt;em&gt;A gente sempre comenta sobre a import&amp;acirc;ncia de ter uma uni&amp;atilde;o entre executivo e legislativo e o respeito frente &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Munic&amp;iacute;pio&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante os encontros, s&amp;atilde;o debatidos temas como capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos, elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos tur&amp;iacute;sticos, estrat&amp;eacute;gias de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o regional, qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional e o papel das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas na consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico (MITs) como destinos sustent&amp;aacute;veis e competitivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa iniciativa, a AMITESP reafirma seu compromisso com o associativismo, o desenvolvimento regional e a defesa de um turismo forte, inovador e inclusivo no Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; AMITESP&lt;br /&gt; &lt;a href="mailto:imprensa@amitesp.org.br"&gt;imprensa@amitesp.org.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.amitesp.org.br"&gt;www.amitesp.org.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="https://www.instagram.com/amitesp_oficial"&gt;@amitesp_oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<category>Notícias</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_14_1_07072025113224.jpeg" type="image/jpeg" />
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<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 15:24:48 -0300</pubDate>
<title>Capacitação e inovação marcam a estreia da ACADEMIA AMITESP com foco na profissionalização do turismo</title>
<link>https://amitesp.com.br/capacitacao-e-inovacao-marcam-a-estreia-da-academia-amitesp-com-foco-na-profissionalizacao-do-turismo</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/capacitacao-e-inovacao-marcam-a-estreia-da-academia-amitesp-com-foco-na-profissionalizacao-do-turismo</guid>
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&lt;p data-start="153" data-end="492"&gt;A AMITESP (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo) realizou, na &amp;uacute;ltima quarta-feira (25), a estreia oficial da &lt;em data-start="346" data-end="364"&gt;ACADEMIA AMITESP&lt;/em&gt;, iniciativa voltada &amp;agrave; capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua dos profissionais que atuam na cadeia produtiva do turismo nos munic&amp;iacute;pios paulistas.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="494" data-end="948"&gt;A primeira forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transmitida ao vivo de forma remota, teve como tema a &lt;strong data-start="569" data-end="631"&gt;"Sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Empres&amp;aacute;rios e Trabalhadores do Turismo"&lt;/strong&gt; e contou com dois nomes de grande refer&amp;ecirc;ncia na &amp;aacute;rea: o ex-prefeito de Brotas, &lt;strong data-start="711" data-end="735"&gt;Orlando "Du" Barreto&lt;/strong&gt;, respons&amp;aacute;vel por transformar a cidade em modelo nacional de turismo de aventura, e a ex-secret&amp;aacute;ria de Turismo, &lt;strong data-start="847" data-end="873"&gt;Luciana Pires de Jesus&lt;/strong&gt;, pe&amp;ccedil;a-chave na conquista do t&amp;iacute;tulo de Est&amp;acirc;ncia Tur&amp;iacute;stica para o munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="950" data-end="1325"&gt;O encontro virtual proporcionou uma rica troca de experi&amp;ecirc;ncias com gestores, empreendedores e agentes p&amp;uacute;blicos de diversas regi&amp;otilde;es do Estado. Al&amp;eacute;m da transmiss&amp;atilde;o ao vivo com espa&amp;ccedil;o para perguntas e respostas, o conte&amp;uacute;do est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para acesso posterior no canal oficial da AMITESP no YouTube: &lt;a class="" href="https://www.youtube.com/@amitesp_oficial" target="_new" rel="noopener" data-start="1248" data-end="1324"&gt;www.youtube.com/@amitesp_oficial&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1327" data-end="1649"&gt;A ACADEMIA AMITESP &amp;eacute; uma iniciativa que busca fortalecer a governan&amp;ccedil;a, a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do turismo nos MITs (Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico), e conta com o apoio institucional da &lt;strong data-start="1535" data-end="1570"&gt;Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP)&lt;/strong&gt; e do projeto &lt;strong data-start="1584" data-end="1609"&gt;Turismo Fora da Caixa&lt;/strong&gt;, ampliando sua credibilidade e alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1327" data-end="1649"&gt;&lt;img src="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/g_33_0_1_26062025145527.png" alt="ACADEMIA AMITESP 1" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1651" data-end="1860"&gt;Essa primeira capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o marca o in&amp;iacute;cio de um calend&amp;aacute;rio permanente de forma&amp;ccedil;&amp;otilde;es, refor&amp;ccedil;ando o compromisso da AMITESP com a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica e estrat&amp;eacute;gica do setor tur&amp;iacute;stico em todo o Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1862" data-end="2012"&gt;&lt;strong data-start="1862" data-end="1883"&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;br data-start="1883" data-end="1886" /&gt;Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; AMITESP&lt;br data-start="1918" data-end="1921" /&gt;&lt;a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1924" data-end="1947"&gt;imprensa@amitesp.org.br |&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a class="" href="http://www.amitesp.org.br" target="_new" rel="noopener" data-start="1973" data-end="1991"&gt;www.amitesp.org.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="https://www.instagram.com/amitesp_oficial"&gt;@amitesp_oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:55:03 -0300</pubDate>
<title>Semana de comemoração para o turismo paulista</title>
<link>https://amitesp.com.br/semana-de-comemoracao-para-o-turismo-paulista</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/semana-de-comemoracao-para-o-turismo-paulista</guid>
<description>
&lt;p&gt;A AMITESP (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo) encerra esta semana com um saldo extremamente positivo para o fortalecimento do turismo paulista. Em uma s&amp;eacute;rie de articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionais de alto n&amp;iacute;vel, a Entidade consolidou sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defesa dos munic&amp;iacute;pios que aguardam a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Projetos de Lei (PLs) para a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do t&amp;iacute;tulo de Munic&amp;iacute;pio de Interesse Tur&amp;iacute;stico (MIT).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (24), a AMITESP, em parceria com o Deputado Estadual Danilo Balas, esteve presente na Assembleia Legislativa do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (ALESP), liderando uma mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o com foco nos 67 PLs que tramitam na Casa. O objetivo &amp;eacute; garantir o reconhecimento de novos MITs e, assim, ampliar os investimentos e oportunidades para o turismo regional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comitiva da AMITESP foi recebida pelo Presidente da ALESP, Deputado Estadual Andr&amp;eacute; do Prado; pelo Presidente da Comiss&amp;atilde;o de Turismo, Deputado Estadual Paulo Corr&amp;ecirc;a Jr.; e pelo pr&amp;oacute;prio Deputado Danilo Balas, anfitri&amp;atilde;o do encontro. Durante a agenda, os parlamentares reafirmaram o compromisso do Legislativo Paulista com o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do turismo nos munic&amp;iacute;pios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como resultado da mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, houve uma relevante articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica que culminou em uma reuni&amp;atilde;o com representantes do Governo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo. Estiveram presentes: a Deputada Edna Macedo (Coordenadora de Frente Parlamentar), o Deputado Gilmaci Santos (L&amp;iacute;der de Governo), os Deputados Andr&amp;eacute; do Prado (Presidente da ALESP), Paulo Corr&amp;ecirc;a Jr. (Presidente da Comiss&amp;atilde;o de Turismo), Itamar Borges (membro da Comiss&amp;atilde;o de Turismo) e Danilo Balas &amp;mdash; este &amp;uacute;ltimo respons&amp;aacute;vel por acolher a AMITESP em seu gabinete e por articular os encontros da semana com o Presidente da AMITESP, Prefeito Z&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/g_33_0_2_26062025135101.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-06-26 at 13.47.09" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o com o Secret&amp;aacute;rio de Turismo e Viagens do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, Roberto de Lucena, selou os avan&amp;ccedil;os da semana e abriu novas perspectivas para o setor. A disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica e institucional para o di&amp;aacute;logo sinaliza a possibilidade de que, j&amp;aacute; em agosto, uma nova rodada de reuni&amp;otilde;es seja realizada para apresentar os desdobramentos pr&amp;aacute;ticos das tratativas iniciadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o Presidente da AMITESP, Prefeito Z&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio, &amp;ldquo;&lt;em&gt;foi uma semana hist&amp;oacute;rica para o turismo paulista. Avan&amp;ccedil;amos no di&amp;aacute;logo com o Parlamento, com o Governo e com os principais agentes de decis&amp;atilde;o. Isso demonstra que os munic&amp;iacute;pios de interesse tur&amp;iacute;stico t&amp;ecirc;m voz, t&amp;ecirc;m for&amp;ccedil;a e seguem mobilizados&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A AMITESP segue comprometida com a defesa do turismo como vetor de desenvolvimento regional, gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego, renda e identidade cultural para os munic&amp;iacute;pios paulistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; AMITESP&lt;br /&gt; &lt;a href="mailto:imprensa@amitesp.org.br"&gt;imprensa@amitesp.org.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.amitesp.org.br"&gt;www.amitesp.org.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="https://www.instagram.com/amitesp_oficial"&gt;@amitesp_oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:31:07 -0300</pubDate>
<title>AMITESP mobiliza prefeitos na ALESP em defesa dos Projetos de Lei dos MITs</title>
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&lt;p&gt;A AMITESP (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo), em parceria com o Deputado Estadual Danilo Balas, esteve presente nesta ter&amp;ccedil;a-feira (24) na Assembleia Legislativa do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Alesp) em mais uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do turismo nos munic&amp;iacute;pios paulistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento teve como foco a defesa dos 65 Projetos de Lei (PLs) que aguardam aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Alesp para a concess&amp;atilde;o do t&amp;iacute;tulo de Munic&amp;iacute;pio de Interesse Tur&amp;iacute;stico (MIT). A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o contou com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressiva de representantes de 33 munic&amp;iacute;pios, incluindo prefeitos, vice-prefeitos, secret&amp;aacute;rios de turismo e gestores p&amp;uacute;blicos diretamente envolvidos com o fortalecimento do setor tur&amp;iacute;stico local. O grupo foi recepcionado pelo Presidente da ALESP, Deputado Estadual Andr&amp;eacute; do Prado, Presidente da Comiss&amp;atilde;o de Turismo, Deputado Estadual Paulo Corr&amp;ecirc;a, e pelo Deputado Estadual Danilo Balas, que refor&amp;ccedil;aram o compromisso do Legislativo Paulista com o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do turismo no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Deputado Danilo Balas, que esteve no &amp;uacute;ltimo dia 17 de junho na sede da AMITESP e quem articulou a reuni&amp;atilde;o na Alesp com o apoio do presidente Z&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio, afirmou: &amp;ldquo;&lt;em&gt;O apoio e investimento ao turismo &amp;eacute; de grande import&amp;acirc;ncia para as cidades do interior, pois &amp;eacute; um setor que gera empregos, e a conquista do MIT por esses munic&amp;iacute;pios &amp;eacute; de grande significado e, claro, conta com o meu apoio&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como encaminhamento pr&amp;aacute;tico, os parlamentares anunciaram uma reuni&amp;atilde;o com o Secret&amp;aacute;rio de Turismo e Viagens do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, Sr. Roberto de Lucena, para tratar de pontos t&amp;eacute;cnicos ainda pendentes. Al&amp;eacute;m disso, ficou agendado um novo encontro, no in&amp;iacute;cio de agosto, reunindo os deputados e representantes das prefeituras interessadas para alinhar os pr&amp;oacute;ximos passos e garantir avan&amp;ccedil;os concretos na tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o encontro, o Deputado Paulo Corr&amp;ecirc;a parabenizou o presidente da AMITESP, Prefeito Z&amp;eacute; Bas&amp;iacute;lio, pela forte mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e capacidade de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da entidade. &amp;ldquo;&lt;em&gt;Parabenizar o Presidente, a uni&amp;atilde;o de voc&amp;ecirc;s. Isso fortalece o nosso mandato.&lt;/em&gt;&amp;rdquo;, destacou o parlamentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; o presidente da Alesp, Andr&amp;eacute; do Prado, ressaltou: &amp;ldquo;&lt;em&gt;Fui prefeito e sei da import&amp;acirc;ncia do assunto e, como deputado, pude ajudar v&amp;aacute;rias cidades em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao turismo. Vamos dar andamento, com prioridades, nessa quest&amp;atilde;o dos MITs.&lt;/em&gt;&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A AMITESP segue atuando com firmeza e di&amp;aacute;logo para que os munic&amp;iacute;pios pleiteantes possam conquistar o t&amp;iacute;tulo de MIT e ampliar seu protagonismo no mapa tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; AMITESP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.amitesp.com.br/"&gt;www.amitesp.com.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="mailto:imprensa@amitesp.com.br"&gt;imprensa@amitesp.com.br&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.instagram.com/amitesp_oficial"&gt;@amitesp_oficial &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:34:43 -0300</pubDate>
<title>Espírito Santo do Pinhal</title>
<link>https://amitesp.com.br/espirito-santo-do-pinhal</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/espirito-santo-do-pinhal</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esp&amp;iacute;rito Santo do Pinhal foi fundada em 1849, ap&amp;oacute;s disputas por terras com tiroteios e amea&amp;ccedil;as entre os envolvidos, por Romualdo de Souza Brito, natural de Santa Cruz das Palmeiras. As terras dessa cidade pertenciam a Fazenda do Pinhal, antiga Sesmaria. Tratava-se de uma enorme fazenda dominada pela &amp;aacute;rvore arauc&amp;aacute;ria, nascentes e florestas exuberantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em 1902 o munic&amp;iacute;pio participou da chamada Revolta de Ribeir&amp;atilde;ozinho, movimento conservador que ocorreu na cidade de Ribeir&amp;atilde;ozinho (hoje Taquaritinga), em S&amp;atilde;o Paulo, e que tinha como objetivo fundamental a restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da monarquia e a coroa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dom Luiz de Orleans e Bragan&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Localizada nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, Esp&amp;iacute;rito Santo do Pinhal cresceu no entorno da Igreja Matriz do Divino Esp&amp;iacute;rito Santo e Nossa Senhora da Dores para se tornar, do final do S&amp;eacute;culo XIX, um dos principais centros cafeeiros do Brasil, fato que colaborou para a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu rico patrim&amp;ocirc;nio hist&amp;oacute;rico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A economia do munic&amp;iacute;pio, principalmente neste per&amp;iacute;odo de grande crescimento, esteve atrelada a todas as atividades relacionadas &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do caf&amp;eacute;. Atualmente, al&amp;eacute;m do caf&amp;eacute;, Esp&amp;iacute;rito Santo do Pinhal teve suas terras reconhecidas como apropriadas para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uvas de qualidade e vinhos finos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Gra&amp;ccedil;as a sua rica hist&amp;oacute;ria, escrita principalmente pelo desenvolvimento das atividades relacionadas &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do caf&amp;eacute; em todas as suas fases e, mais recentemente, &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vinhos que, assim como o caf&amp;eacute;, conquistaram patamares de qualidade internacional, Esp&amp;iacute;rito Santo do Pinhal passou a ocupar, no Brasil, lugar de destaque entre os principais destinos tur&amp;iacute;sticos; afinal somos, talvez, o &amp;uacute;nico munic&amp;iacute;pio no mundo a produzir caf&amp;eacute;s e vinhos com a qualidade e excel&amp;ecirc;ncia aqui encontrados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E se o caf&amp;eacute; e o vinho j&amp;aacute; s&amp;atilde;o bons motivos para que os turistas se encantem com esse lugar privilegiado, &amp;eacute; bom saber, tamb&amp;eacute;m, que a nossa hist&amp;oacute;ria abriga biografia de homens e mulheres ilustres, filhos desta terra, que ajudaram a escrever algumas p&amp;aacute;ginas da hist&amp;oacute;ria do Brasil. Destacamos aqui a vida e a obra do pinhalense Dom Sebasti&amp;atilde;o Leme da Silveira Cintra, o Cardeal Leme que tem, entre seus principais feitos, a Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cristo Redentor no Rio de Janeiro e a Consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Nossa Senhora da Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aparecida como a Padroeira do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.pinhal.sp.gov.br"&gt;https://www.pinhal.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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<category>Espírito Santo do Pinhal</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_2_1_03062025153426.jpeg" type="image/jpeg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:25:07 -0300</pubDate>
<title>Paranapuã</title>
<link>https://amitesp.com.br/paranapua</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/paranapua</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;rico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paranapu&amp;atilde; foi fundada no dia 16 de setembro de 1949. A semente de sua funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi lan&amp;ccedil;ada pelas m&amp;atilde;os de Paulo Guilherme Ferraz (propriet&amp;aacute;rio de terras nesta regi&amp;atilde;o), auxiliado por muitas pessoas que tamb&amp;eacute;m queriam ver de perto o progresso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O nome do munic&amp;iacute;pio - Paranapu&amp;atilde;, significa "Rios das Abelhas".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Administrativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi elevada &amp;agrave; categoria de distrito do Munic&amp;iacute;pio de Dolcin&amp;oacute;polis no dia 18 de fevereiro de 1958.&lt;br /&gt;Foi elevada &amp;agrave; categoria de munic&amp;iacute;pio no dia 28 de fevereiro de 1964, cuja instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o se deu no dia 21 de mar&amp;ccedil;o de 1965.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://biblioteca.ibge.gov.br"&gt;https://biblioteca.ibge.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Paranapuã</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_2_03062025152454.png" type="image/png" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:14:25 -0300</pubDate>
<title>AMITESP participa de aula na USP EACH</title>
<link>https://amitesp.com.br/amitesp-participa-de-aula-na-usp-each</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/amitesp-participa-de-aula-na-usp-each</guid>
<description>
&lt;p data-start="136" data-end="461"&gt;A AMITESP &amp;ndash; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Prefeituras dos Munic&amp;iacute;pios de Interesse Tur&amp;iacute;stico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; participou, a convite do Professor Edegar Luis Tomazzoni, de uma aula especial na Escola de Artes, Ci&amp;ecirc;ncias e Humanidades da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP EACH), junto aos alunos do 7&amp;ordm; semestre do curso de Lazer e Turismo.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="463" data-end="821"&gt;Durante a atividade, a AMITESP realizou uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional destacando sua miss&amp;atilde;o, atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o e impacto na estrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fortalecimento do turismo nos munic&amp;iacute;pios paulistas. Os estudantes puderam conhecer de forma pr&amp;aacute;tica o papel estrat&amp;eacute;gico das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no desenvolvimento territorial e na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas voltadas ao turismo.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="823" data-end="1127"&gt;A aula foi marcada por um debate din&amp;acirc;mico e enriquecedor, com espa&amp;ccedil;o para perguntas e trocas de experi&amp;ecirc;ncias, onde os alunos demonstraram grande interesse e preparo. Quest&amp;otilde;es sobre gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, pol&amp;iacute;ticas estaduais e desafios enfrentados pelos munic&amp;iacute;pios tur&amp;iacute;sticos estiveram entre os temas discutidos.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1129" data-end="1346"&gt;A presen&amp;ccedil;a da AMITESP reafirma o compromisso da entidade com a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o acad&amp;ecirc;mica e com a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de futuros profissionais do setor, fortalecendo os la&amp;ccedil;os entre a universidade, a gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e o associativismo.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1129" data-end="1346"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Notícias</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_5_1_03062025151248.jpeg" type="image/jpeg" />
</item>
<item>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:10:06 -0300</pubDate>
<title>Mesópolis</title>
<link>https://amitesp.com.br/mesopolis</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/mesopolis</guid>
<description>
&lt;header&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 1em; text-align: center;"&gt;Em 1957, Mes&amp;oacute;polis era apenas uma clareira aberta no mato, para que no dia 06 de agosto fosse fincada a cruz da missa inaugural, celebrada pelo Padre Walter Passman, marcando assim a solenidade de funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da promissora cidade de Mes&amp;oacute;polis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/header&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Originada de um loteamento feito pelo Dr. Ultimatum Fava e o engenheiro Mozzart Reis, e vendido para v&amp;aacute;rias fam&amp;iacute;lias que foram chegando para o novo povoado. Fam&amp;iacute;lias como as de Jos&amp;eacute; Candido dos Reis, Bertani, Felintro Cardoso, Mario Pereira da Costa, Joaquim Ranulfo, Manoel Norte, Geronimo Anselmo, Luis Manoel da Silva, Manoel de Almeida, Pedro Fi&amp;uacute;za, Sebasti&amp;atilde;o Dutra Anselmo, Sebasti&amp;atilde;o Correia Pinto, Geronimo Cedral, Jos&amp;eacute; Patr&amp;iacute;cio, Geraldo Cristino e outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Devido ao C&amp;oacute;rrego do Meio, que corta a cidade, dividindo-a ao meio, o povoado recebeu o nome de Mes&amp;oacute;polis (meso = meio e p&amp;oacute;lis = cidade).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No ano de 1968, Mes&amp;oacute;polis possu&amp;iacute;a 329 casas (zona urbana), com uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7.500 habitantes, entre zona urbana e rural. Em 1991, ao completar seu 34&amp;ordm; anivers&amp;aacute;rio, Mes&amp;oacute;polis contava com 358 casas (zona urbana) e 4.000 habitantes na zona urbana e zona rural. Pode se perceber que houve uma diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, isto ocorrendo devido ao &amp;ecirc;xodo rural. A falta de servi&amp;ccedil;o para os arrendat&amp;aacute;rios e meeiros levou-os a procurar empregos nas grandes cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje o &amp;ecirc;xodo rural diminuiu, gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; citricultura e as atividades rurais criadas na regi&amp;atilde;o. Devido a esta produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a cidade recebeu o ep&amp;iacute;teto de &amp;ldquo;Cidade dos Cereais&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="WaaZC" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="RJPOee EIJn2"&gt;
&lt;ul data-hveid="CDcQAQ" data-ved="2ahUKEwjr1fmH7NWNAxW2GbkGHU5gAcgQm_YKegQINxAB"&gt;
&lt;li&gt;Igreja Matriz S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Batista:&amp;nbsp;Um local religioso importante na cidade.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="b0a27729-620f-441c-b913-7211356d0923"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Museu Hist&amp;oacute;rico de Jales:&amp;nbsp;Um museu que preserva a hist&amp;oacute;ria da regi&amp;atilde;o.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="3fd9098c-85a2-488c-902c-056ff64340b8"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Museu da Cultura e Hist&amp;oacute;ria Professor Hon&amp;oacute;rio de Souza Carneiro:&amp;nbsp;Um museu que explora a cultura local.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="3ef0ff34-39c3-4063-bd0f-c7a0a3efe481"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Grande Lagos Resort &amp;amp; Parque Aqu&amp;aacute;tico:&amp;nbsp;Um local ideal para relaxar e se divertir com a fam&amp;iacute;lia.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="c1ec13c9-9629-456c-a8e7-50f7e8c53112"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Parque Ecoturistico da Areia Branca:&amp;nbsp;Um local natural com beleza c&amp;ecirc;nica e atividades ecol&amp;oacute;gicas.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="63c98c71-2cc2-4955-9bd0-5e4f83f18c92"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aqu&amp;aacute;rio Municipal:&amp;nbsp;Um local educativo e divertido para aprender sobre a vida aqu&amp;aacute;tica.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="5f8db055-127c-4894-bb76-3b6dfaaeebc1"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Prainha:&amp;nbsp;Uma &amp;aacute;rea de lazer &amp;agrave; beira do rio, onde se pode relaxar e praticar esportes aqu&amp;aacute;ticos.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="f360c887-826b-41c8-9770-b1889fe19ff1"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Expo Mes&amp;oacute;polis:&amp;nbsp;Um evento anual que re&amp;uacute;ne tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cultura, neg&amp;oacute;cios e lazer.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="2ae00daa-425e-4981-b9f3-e602ea715150"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Arrai&amp;aacute; na Pra&amp;ccedil;a:&amp;nbsp;Uma festa junina com apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais, comidas t&amp;iacute;picas e muita anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="437fe01c-058a-452d-ad3f-5f1976b43f93"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Canto e Dan&amp;ccedil;a Brincando:&amp;nbsp;Um projeto que oferece atividades musicais e de dan&amp;ccedil;a para as crian&amp;ccedil;as.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="a2c1ab8b-aac2-4d04-aade-0cc36d709007"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Par&amp;oacute;quia S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Batista:&amp;nbsp;Uma igreja local, que pode ser visitada para aprender mais sobre a hist&amp;oacute;ria e a cultura local.&lt;span class="pjBG2e" data-cid="f758b2e3-b2b5-42bf-a30b-03da410424dd"&gt;&lt;span class="UV3uM"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class="NPrrbc" data-cid="f758b2e3-b2b5-42bf-a30b-03da410424dd" data-uuids="963033676153351879,963033676153348814"&gt;
&lt;div class="BMebGe btku5b fCrZyc LwdV0e FR7ZSc OJeuxf" tabindex="0" role="button" aria-label="Mostrar links relacionados" data-hveid="CCIQAQ" data-ved="2ahUKEwjr1fmH7NWNAxW2GbkGHU5gAcgQ3fYKegQIIhAB"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://mesopolis.sp.gov.br/"&gt;https://mesopolis.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Mes&amp;oacute;polis" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_62_48_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Mesópolis</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_1_3_03062025151545.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:59:15 -0300</pubDate>
<title>Ipaussu</title>
<link>https://amitesp.com.br/ipaussu</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/ipaussu</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A hist&amp;oacute;ria de Ipaussu come&amp;ccedil;ou na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada do s&amp;eacute;culo XIX.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;Na cidade de Avar&amp;eacute; chegam dois mineiros: Jo&amp;atilde;o Justino, vulgo Jo&amp;atilde;o dos Santos e Jo&amp;atilde;o Correa de Miranda. Embrenham-se na mata e aventuram-se na conquista de novas terras. Tinham como trajeto para este lugar os pontos de Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo. Em seu trajeto, cruzaram o Rio Paranapanema na altura onde hoje situa-se Piraju e, nessa jornada, ao aportarem em Santa Cruz do Rio Pardo &amp;agrave; procura da exuber&amp;acirc;ncia do rio, foram parar num Coqueiral, o marco zero de Ipaussu. Pegaram o ribeir&amp;atilde;o e desceram, seguindo a l&amp;oacute;gica que todo riacho &amp;eacute; afluente de um rio maior, seguiram nessa dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o e encontraram uma ilha, a qual denominaram de Ilha Grande.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;Encontraram como habitantes nessa &amp;eacute;poca os &amp;iacute;ndios Coroados, que permaneceram por muitos anos, retiraram-se somente quando se sentiram incomodados com a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o do elemento branco, que foi espichando os seus dom&amp;iacute;nios por todas as terras do Paranapanema. O sistema de tropas era o meio de transporte que ligava a regi&amp;atilde;o e os centros comerciais da &amp;eacute;poca, Len&amp;ccedil;&amp;oacute;is Paulista e Botucatu. O transporte de cargas era feito por tropeiros sobre estradas sofr&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;Passou a distrito de Paz em agosto de 1898, merc&amp;ecirc; do seu crescimento, pela facilidade, na posse das terras concedidas pelas autoridades eclesi&amp;aacute;sticas, na &amp;eacute;poca respons&amp;aacute;veis pelo assunto.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em 1906, elevou-se &amp;agrave; vila, a sede de Ilha Grande do Paranapanema, em fase de crescimento pelo progresso da cafeicultura. Mas o munic&amp;iacute;pio foi criado em 20 de setembro de 1915, com o nome de Ipau&amp;ccedil;u, que no tupi, "ypau-u&amp;ccedil;&amp;uacute;", e segundo Theodoro Sampaio (Historiador do s&amp;eacute;culo XIX), significa "Ilha Grande".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 1em;"&gt;Lago: &amp;Eacute; um convite para se divertir e relaxar, praticando pesca, canoagem e outras atividades. Em uma de suas ilhas, o Aqu&amp;aacute;rio Municipal com diversas esp&amp;eacute;cies de peixes, encanta os visitantes. E para completar a experi&amp;ecirc;ncia, a orla do lago oferece uma estrutura completa para esportes, al&amp;eacute;m de eventos musicais, religiosos e culturais.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Camping Municipal: &amp;Eacute; um para&amp;iacute;so verdejante com infraestrutura completa para receber seus turistas, incluindo acessibilidade &amp;eacute; o ref&amp;uacute;gio ideal.&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Rio Paranapanema: Sua estrutura n&amp;aacute;utica &amp;eacute; a porta de entrada para a pr&amp;aacute;tica de esportes e atividades aqu&amp;aacute;ticas, passeios de barco e pescarias.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.ipaussu.sp.gov.br/"&gt;https://www.ipaussu.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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<category>Ipaussu</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_1_2_03062025145859.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:47:58 -0300</pubDate>
<title>Iepê</title>
<link>https://amitesp.com.br/iepe</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/iepe</guid>
<description>
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div id="result" class="divText ouputsection" style="text-align: justify;" contenteditable="true" data-text="Your content will appear here"&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__0 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__0"&gt;Em 1917, Anfr&amp;iacute;sio e J&amp;uacute;lia Rodrigues chegaram ao Sert&amp;atilde;o dos Patos, na regi&amp;atilde;o que hoje &amp;eacute; Iep&amp;ecirc;.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__2 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__2"&gt;A Companhia Brasileira de Coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o doou terras para fundar o patrim&amp;ocirc;nio de S&amp;atilde;o Roque da Boa Esperan&amp;ccedil;a, ligando-se ao munic&amp;iacute;pio de Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Monte Alegre.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__4 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__4"&gt;Com o tempo, os moradores sentiram a necessidade de ter uma escola, mas a proposta de Chico Maria para constru&amp;iacute;-la foi rejeitada por motivos religiosos.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__6 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__6"&gt;Os l&amp;iacute;deres cat&amp;oacute;licos n&amp;atilde;o aceitaram que Chico, um protestante, fosse respons&amp;aacute;vel pela escola, mesmo que propondo um professor cat&amp;oacute;lico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="result__para__12 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__12"&gt;Ap&amp;oacute;s um incidente envolvendo um protestante morto e seu sepultamento, Chico decidiu fundar um novo patrim&amp;ocirc;nio que permitisse liberdade religiosa.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__14 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__14"&gt;Ele e Jo&amp;atilde;o Santana conseguiram a doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terras de Ant&amp;ocirc;nio de Almeida Prado.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__16 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__16"&gt;Assim, em abril de 1923, foi criado o patrim&amp;ocirc;nio &amp;ldquo;Liberdade&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__18 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__18"&gt;Em 1927, ele foi oficialmente reconhecido como o Distrito de Iep&amp;ecirc;, nome sugerido por Caio Sim&amp;otilde;es, que significa liberdade.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__20 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__20"&gt;Em 1935, Iep&amp;ecirc; passou a pertencer a Rancharia e, em 1944, tornou-se um munic&amp;iacute;pio emancipado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="btnSec" class="output__bar output__show" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="srv_descricao_servico sw_txteditor sw_leitura_audio"&gt;
&lt;div class="srv_titulo_servico sw_lato_black sw_leitura_audio" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="srv_descricao_servico sw_txteditor sw_leitura_audio"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O munic&amp;iacute;pio de Iep&amp;ecirc; possui&amp;nbsp;7628 habitantes&amp;nbsp;e est&amp;aacute; localizado aproximadamente 80 km de Presidente Prudente-SP no Oeste Paulista e 40 km da divisa do Estado do Paran&amp;aacute;. Grande parte de seu territ&amp;oacute;rio &amp;eacute; rodeado por &amp;aacute;guas da Represa Capivara.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Iep&amp;ecirc; possui Museu Arqueol&amp;oacute;gico, Museu Hist&amp;oacute;rico, Pra&amp;ccedil;a central com Wi-fi, Templos Religiosos, P&amp;oacute;los Universit&amp;aacute;rios &amp;ndash; EAD, Centro Paula Souza (Sala descentralizada), Cine Teatro Aurora e excelentes op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O anivers&amp;aacute;rio da cidade &amp;eacute; comemorado no dia 24 de Junho (dia do padroeiro da cidade S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Batista) e destaca-se com alguns eventos tradicionais, dentre eles:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Carnaval&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Baile de Aleluia&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Pr&amp;ecirc;mio &amp;ldquo;M&amp;atilde;e Nota Mil&amp;rdquo; (organizado pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial de Iep&amp;ecirc;)&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Anivers&amp;aacute;rio da cidade com Rodeio-Show&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Pr&amp;ecirc;mio Iep&amp;ecirc; de Poesia&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Fest&amp;atilde;o no Asilo&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Festa das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Igreja Presbiteriana Independente&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Baile do Hawai&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.iepe.sp.gov.br/"&gt;https://www.iepe.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description>
<category>Iepê</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_3_1_03062025144537.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:29:07 -0300</pubDate>
<title>Cruzeiro</title>
<link>https://amitesp.com.br/cruzeiro</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/cruzeiro</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;" data-wahfont="17"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-wahfont="17"&gt;As rotas comercias estabelecidas pelos mineiros que demandavam aos Portos de Parati e Mambucaba fizeram surgir na regi&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o conhecida por Emba&amp;uacute;, muitas ro&amp;ccedil;as dedicadas a fornecer produtos de abastecimento aos tropeiros. Nessa &amp;aacute;rea, o sargento-mor Ant&amp;ocirc;nio Lopes de Lavra iniciou, em 1781, a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capela dedicada a Nossa Senhora da Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emba&amp;uacute;, conclu&amp;iacute;da seis anos depois.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-wahfont="17"&gt;Na povoa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ao lado da capela se formou, os primeiros povoadores passaram a comercializar os produtos locais, logo aumentando o n&amp;uacute;cleo urbano. Assim, em 1846, foi criada a freguesia e elevada &amp;agrave; categoria de Munic&amp;iacute;pio, em 1871, com o nome de Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cruzeiro, invocando a Santa Padroeira e o antigo marco divis&amp;oacute;rio, em forma de cruz, constru&amp;iacute;do no alto da serra, entre S&amp;atilde;o Paulo e Minas Gerais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-wahfont="17"&gt;Nesse ano, 1871, a Ferrovia Dom Pedro II, atual Central do Brasil, atingiu a povoa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;xima, Santo Ant&amp;ocirc;nio do Porto da Cachoeira&amp;nbsp;&lt;br /&gt;(Cachoeira Paulista ); o prolongamento do trecho Paulista, que iniciou-se a partir de S&amp;atilde;o Paulo, passava a oito quil&amp;ocirc;metros de Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cruzeiro, n&amp;atilde;o sendo poss&amp;iacute;vel alterar seu tra&amp;ccedil;ado. Assim, na fazenda Boa Vista, de propriedade de Manoel Freitas Novaes, a Ferrovia instalou uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao lado da qual se formou um segundo povoado, denominado Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cruzeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p data-wahfont="17"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p data-wahfont="17"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.cruzeiro.sp.gov.br/"&gt;https://www.cruzeiro.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-wahfont="17"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p data-wahfont="17"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p data-wahfont="17"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Cruzeiro</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_2_1_03062025142844.jpg" type="image/jpg" />
</item>
<item>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:16:18 -0300</pubDate>
<title>Cerqueira César</title>
<link>https://amitesp.com.br/cerqueira-cesar</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/cerqueira-cesar</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Economia e Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;Eacute; baseada na cana de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, caf&amp;eacute;, extra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de madeira, laranjas, pecu&amp;aacute;ria, latic&amp;iacute;nios, com destaque para a suinocultura e com&amp;eacute;rcio local. &amp;nbsp;Possui uma Comarca, sendo que sua jurisdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o abrange os munic&amp;iacute;pios de &amp;Aacute;guas de Santa B&amp;aacute;rbara e Iaras.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="result__para__50 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__50"&gt;Cerqueira C&amp;eacute;sar tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; famosa por produzir doce de leite e requeij&amp;atilde;o, tornando-se conhecida como a "Cidade do Requeij&amp;atilde;o".&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__52 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__52"&gt;Tr&amp;ecirc;s s&amp;iacute;mbolos hist&amp;oacute;ricos da cidade s&amp;atilde;o a jaqueira, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ferrovi&amp;aacute;ria e o pontilh&amp;atilde;o da trincheira, este &amp;uacute;ltimo ligado a eventos da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucionalista.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__54 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__54"&gt;A esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma das mais antigas, &amp;eacute; um importante monumento e representa a origem da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="result" class="divText ouputsection" style="text-align: justify;" contenteditable="true" data-text="Your content will appear here"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__0 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__0"&gt;Cerqueira C&amp;eacute;sar &amp;eacute; uma cidade que se formou devido &amp;agrave; chegada de uma ferrovia, e n&amp;atilde;o por uma devo&amp;ccedil;&amp;atilde;o religiosa, como muitas outras cidades brasileiras.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__2 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__2"&gt;Os trilhos da estrada de ferro Sorocabana chegaram em novembro de 1896, em um local que antes era apenas vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nativa e animais do cerrado.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__4 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__4"&gt;Os ferrovi&amp;aacute;rios constru&amp;iacute;ram tr&amp;ecirc;s pequenas casas de madeira, dando o nome inicial ao lugar de Tr&amp;ecirc;s Ranchos.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__6 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__6"&gt;Com a crise financeira que seguiu o fim do imp&amp;eacute;rio, a ferrovia ficou parada por dez anos, at&amp;eacute; que retomou seu percurso em 1906 at&amp;eacute; Presidente Epit&amp;aacute;cio.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__8 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__8"&gt;O nome Cerqueira C&amp;eacute;sar &amp;eacute; uma homenagem ao ex-vice-presidente da Prov&amp;iacute;ncia de S&amp;atilde;o Paulo, Dr.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__10 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__10"&gt;Jos&amp;eacute; Alves de Cerqueira C&amp;eacute;sar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__16 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__16"&gt;A hist&amp;oacute;ria de Cerqueira C&amp;eacute;sar est&amp;aacute; intrinsecamente ligada &amp;agrave; ferrovia.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__18 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__18"&gt;Pessoas de &amp;aacute;reas vizinhas usavam o trem para ir &amp;agrave; capital, e assim a cidade foi se desenvolvendo ao redor da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ferrovi&amp;aacute;ria.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__20 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__20"&gt;Os ferrovi&amp;aacute;rios enfrentavam dificuldades, pois o trem partia de madrugada e os viajantes tinham que atravessar &amp;aacute;reas perigosas.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__22 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__22"&gt;Para solucionar isso, um comerciante local construiu a primeira pousada, onde Dona Joaninha, uma ex-escrava, foi a primeira cozinheira.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__24 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__24"&gt;A cidade continuou a crescer, e em 1899 foi elevada &amp;agrave; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Distrito.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__26 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__26"&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; e algod&amp;atilde;o pela regi&amp;atilde;o impulsionou seu desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__32 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__32"&gt;Cerqueira C&amp;eacute;sar foi oficialmente elevada a munic&amp;iacute;pio em 1917 e, posteriormente, tornou-se comarca em 1959.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__34 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__34"&gt;A primeira capela da cidade, dedicada &amp;agrave; Sagrada Fam&amp;iacute;lia de Nazar&amp;eacute;, foi fundada em seus primeiros dias, e em 1925, tornou-se par&amp;oacute;quia.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__36 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__36"&gt;A cidade foi not&amp;aacute;vel por ter a primeira par&amp;oacute;quia do Brasil dedicada a Santa Teresinha do Menino Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__42 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__42"&gt;As primeiras autoridades foram eleitas e, em 1918, foi instaurada a primeira C&amp;acirc;mara Municipal.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__44 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__44"&gt;A cidade enfrentou desafios, como a necessidade de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, levando &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do primeiro gin&amp;aacute;sio em 1950, quando Monsenhor Oscar de P&amp;aacute;dua Melo se ofereceu para ensinar, superando obst&amp;aacute;culos administrativos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="result__para__60 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__60"&gt;A hist&amp;oacute;ria mostra que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um &amp;uacute;nico fundador, mas um grupo de trabalhadores que ajudou a construir a ferrovia.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__62 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__62"&gt;Sem o projeto do construtor Luiz Matheus Maylasky e o apoio de Dom Pedro II, Cerqueira C&amp;eacute;sar n&amp;atilde;o teria se desenvolvido.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="result__para__64 suggestion_paragraphs" data-para="result__para__64"&gt;Portanto, a cidade deve sua origem e hist&amp;oacute;ria &amp;agrave; ferrovia, que permanece como seu alicerce fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.cerqueiracesar.sp.gov.br"&gt;https://www.cerqueiracesar.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="btnSec" class="output__bar output__show"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</description>
<category>Cerqueira César</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_1_3_03062025141530.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 12:03:27 -0300</pubDate>
<title>Natividade da Serra</title>
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<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Natividade da Serra surgiu em 1853 com a chegada de um fazendeiro que&amp;nbsp;se estabeleceu na regi&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s encontrar uma plan&amp;iacute;cie cercada por montanhas, fundando assim um vilarejo chamado Divino Esp&amp;iacute;rito Santo de Nossa Senhora do Rio do Peixe. Em 1858 tornou-se freguesia, e em 1863 foi elevada a vila com o nome de Natividade, com economia baseada em pecu&amp;aacute;ria e agricultura. O munic&amp;iacute;pio passou por mudan&amp;ccedil;as administrativas at&amp;eacute; ser reintegrado em 1935. Em 1944 recebeu o nome atual. Em 1973, a cidade original foi inundada por causa da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma usina hidrel&amp;eacute;trica, sendo ent&amp;atilde;o reconstru&amp;iacute;da em um novo local. O nome atual homenageia a padroeira local e a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Serra do Mar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Parque Estadual da Serra do Mar &amp;ndash; N&amp;uacute;cleo Santa Virg&amp;iacute;nia&lt;/strong&gt;: &amp;Aacute;rea de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental com acesso restrito, exigindo agendamento pr&amp;eacute;vio na sede administrativa do parque em S&amp;atilde;o Luiz do Paraitinga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Trilhas e Cachoeiras&lt;/strong&gt;: Como a t&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;rilha do Corcovado&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;que leva ao pico do Corcovado, oferecendo vista panor&amp;acirc;mica para o mar. Al&amp;eacute;m de contato com a natureza, banhos e pr&amp;aacute;tica de rapel.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Represa de Paraibuna&lt;/strong&gt;: Oferece oportunidades para pesca, passeios de barco e esportes n&amp;aacute;uticos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Vila Original&lt;/strong&gt;: A antiga vila foi submersa pela represa, dando origem &amp;agrave; nova sede do munic&amp;iacute;pio, que preserva a mem&amp;oacute;ria hist&amp;oacute;rica da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Igreja de Nossa Senhora da Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;: Constru&amp;iacute;da em homenagem &amp;agrave; padroeira local, com uma imagem encontrada na mata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;Cultura Caipira&lt;/strong&gt;: A cidade mant&amp;eacute;m viva a tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o caipira, com produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o artesanal de cestos, balaios, peneiras e outros objetos t&amp;iacute;picos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.natividadedaserra.sp.gov.br/"&gt;https://www.natividadedaserra.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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<category>Natividade da Serra</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_2_03062025120136.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 11:07:57 -0300</pubDate>
<title>Nantes</title>
<link>https://amitesp.com.br/nantes</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/nantes</guid>
<description>
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 600; text-align: justify;"&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: inherit;"&gt;A hist&amp;oacute;ria de Nantes come&amp;ccedil;a na d&amp;eacute;cada de 20, numa &amp;aacute;rea de terra localizada no sudoeste do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, fazendo divisa com o Paran&amp;aacute;, onde a luta pela terra era marcada por violentas e sangrentas batalhas de pessoas movidas por um sonho - o de possuir um peda&amp;ccedil;o de ch&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;Os primeiros a ocupar a regi&amp;atilde;o onde hoje se encontra o munic&amp;iacute;pio foram as fam&amp;iacute;lias Nunes, Oliveira, Alves de Oliveira, Ramos de Oliveira, Nantes e outros, por volta de 1925. Eles vinham para trabalhar na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de madeira - produto abundante na &amp;eacute;poca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;A luta pela posse de terras era intensa, carregada de tens&amp;atilde;o e de agressividade. Como as terras da regi&amp;atilde;o eram devolutas, aconteceram grandes conflitos entre os posseiros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;Um dos desbravadores e tamb&amp;eacute;m fundador de Nantes foi o portugu&amp;ecirc;s Aires Pinto. Este portugu&amp;ecirc;s chegou por volta de 1935, quando instalou uma serraria, dando in&amp;iacute;cio ao patrim&amp;ocirc;nio de Coroados, assim batizado por estar situado nas proximidades do rio cujo nome surgiu a partir da exist&amp;ecirc;ncia dos &amp;iacute;ndios Coroados na regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;O aumento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o propiciou a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios estabelecimentos comerciais. Em 1941, foi fundado o primeiro armaz&amp;eacute;m da cidade. Em 1942 funda-se a primeira pens&amp;atilde;o. Depois, outros estabelecimentos foram instalados no munic&amp;iacute;pio. Em 1943, foi constru&amp;iacute;da a primeira igreja em louvor a S&amp;atilde;o Sebasti&amp;atilde;o, a primeira farm&amp;aacute;cia, bem como outros armaz&amp;eacute;ns, a&amp;ccedil;ougues, bares e at&amp;eacute; uma casa de charque, que pertencia a Messias Nantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;Em 1946, foi constru&amp;iacute;da a primeira escola, que recebeu o nome de Escola Mista &amp;Aacute;gua do Coroados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;No ano de 1953, o patrim&amp;ocirc;nio Coroados torna-se distrito do munic&amp;iacute;pio de Iep&amp;ecirc;, pela lei n.&amp;ordm; 2.456 de 30 de dezembro, com o nome de Nantes, em homenagem a Messias Nantes, morto num conflito pela posse de terras.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: inherit; text-align: justify;"&gt;O distrito cresceu, mas, s&amp;oacute; se transformou em munic&amp;iacute;pio, depois que um grupo de lideran&amp;ccedil;as da comunidade decidiu iniciar o movimento pela emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por volta de 1990. Em 1.995, Nantes foi emancipado ap&amp;oacute;s Plebiscito realizado em 21 de maio de 1995, e por meio da lei n.&amp;ordm; 9.330.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Al&amp;eacute;m da agricultura que &amp;eacute; a base da economia local, Nantes possui uma s&amp;eacute;rie de caracter&amp;iacute;sticas e atributos que lhe conferem um expressivo potencial tur&amp;iacute;stico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Pra&amp;ccedil;a Nossa Senhora Aparecida:&lt;/strong&gt; Encontra-se um coreto onde est&amp;aacute; situada a est&amp;aacute;tua de Nossa Senhora Aparecida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Pra&amp;ccedil;a da Matriz e Par&amp;oacute;quia de S&amp;atilde;o Sebasti&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Ponte do Rio Laranja Doce:&lt;/strong&gt; &amp;Eacute; buscada n&amp;atilde;o somente pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;oacute;ctone para a travessia, mas tamb&amp;eacute;m pelos turistas que aproveitam suas vias de pedestres para tirar fotos da exuberante natureza circundante, al&amp;eacute;m da possibilidade de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades n&amp;aacute;uticas, l&amp;uacute;dicas e recreativas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Pra&amp;ccedil;a da B&amp;iacute;blia:&lt;/strong&gt; Inaugurada em 2006, possui uma escultura em formato de uma b&amp;iacute;blia que possui uma inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um vers&amp;iacute;culo b&amp;iacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Portal do Cristo Redentor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Rancho MB:&lt;/strong&gt; Oferece atividades como a montagem de cavalos. Al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que o turista experiencie a observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos treinamentos que acontecem no local, como a dos tr&amp;ecirc;s tambores, la&amp;ccedil;o, dentre outras.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Vista Usina Capivara:&lt;/strong&gt; A partir de v&amp;aacute;rios pontos de Nantes &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ter uma vista completa da usina.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Atrativos naturais:&lt;/strong&gt; Nantes est&amp;aacute; em uma &amp;aacute;rea com 70% de mata atl&amp;acirc;ntica e 30% de cerrado, possuindo abund&amp;acirc;ncia em rios, c&amp;oacute;rregos, cachoeiras e trilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.camaranantes.sp.gov.br/"&gt;https://www.camaranantes.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Nantes</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_2_1_03062025110631.jfif" type="image/jfif" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:00:15 -0300</pubDate>
<title>Guararema</title>
<link>https://amitesp.com.br/guararema</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/guararema</guid>
<description>
&lt;div&gt;Em 1999, foi feita a reurbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Recanto do Am&amp;eacute;rico (ou do Pau D&amp;rsquo;Alho), uma bela e tranquila pra&amp;ccedil;a que comemorou, na ocasi&amp;atilde;o, o anivers&amp;aacute;rio de cem anos da pequenina e hist&amp;oacute;rica Guararema, tornando-se assim um dos mais belos e procurados pontos tur&amp;iacute;sticos locais, um dos cart&amp;otilde;es-postais da cidade. Guararema, cujo nome em tupi-guarani, significa &amp;ldquo;pau d&amp;rsquo;alho&amp;rdquo;, devido &amp;agrave; abund&amp;acirc;ncia dessa &amp;aacute;rvore na regi&amp;atilde;o, obteve em maio de 2017 o selo de munic&amp;iacute;pio de interesse tur&amp;iacute;stico (MIT) e n&amp;atilde;o foi por acaso. A localidade, que segundo historiadores, teve Br&amp;aacute;s Cubas como o primeiro europeu a pisar em suas terras na segunda metade do s&amp;eacute;culo XVI, hoje &amp;eacute; um destino tur&amp;iacute;stico que mistura marias-fuma&amp;ccedil;as, rochas pr&amp;eacute;-hist&amp;oacute;ricas e recantos ao p&amp;eacute; do rio.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Guararema, para quem segue em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Rio de Janeiro pela rodovia Dutra (a BR-116) a partir da capital paulista (a cuja dist&amp;acirc;ncia fica de 76 km), &amp;eacute; a &amp;uacute;ltima municipalidade da Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo. A cidade tem uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ordem de&amp;nbsp;31.236&amp;nbsp;habitantes (segundo o IBGE de 2022) e faz parte da Regi&amp;atilde;o Tur&amp;iacute;stica Nascentes do Tiet&amp;ecirc;. Entre os v&amp;aacute;rios equipamentos tur&amp;iacute;sticos guararemenses que atraem os visitantes, est&amp;aacute; o Mirante do Gerb&amp;aacute;sio. O local, cujo nome homenageia um ex-prefeito, &amp;eacute; um ponto de entretenimento inaugurado em 2018 que oferece, al&amp;eacute;m das fontes de &amp;aacute;gua e luzes interativas, com uma vista privilegiada da Mata Atl&amp;acirc;ntica e do Rio Para&amp;iacute;ba do Sul, um espa&amp;ccedil;o de gastronomia, lazer e contempla&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.turismo.sp.gov.br/datafiles/suite/escritorio/aplicativo/conteudo/album_fotografico/3234.jpg" alt="" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bom atrativo &amp;eacute; o passeio tur&amp;iacute;stico-cultural da Maria Fuma&amp;ccedil;a que sai da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Central, ao estilo ingl&amp;ecirc;s do s&amp;eacute;culo XIX&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O Parque Municipal da Pedra Montada, por exemplo, &amp;eacute; um passeio agrad&amp;aacute;vel. Ele foi constru&amp;iacute;do no entorno de uma bel&amp;iacute;ssima e sui generis sobreposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas pedras, cada uma medindo nove metros de comprimento por 2,5 metros de altura. Os turistas podem aproveitar e dar uma esticada at&amp;eacute; a Pedra do Tubar&amp;atilde;o, que &amp;eacute; outra pedra enorme desta vez, com a forma de um tubar&amp;atilde;o. O grau de dificuldade desse passeio &amp;eacute; moderado, o caminho &amp;eacute; autoguiado e h&amp;aacute; bancos para descanso ao longo do percurso. Por sua vez, as igrejas coloniais de Nossa Senhora da Escada e de Nossa Senhora d&amp;rsquo;Ajuda, ambas do s&amp;eacute;culo XVII, est&amp;atilde;o entre as mais antigas do Estado de S&amp;atilde;o Paulo. A igreja da Escada, por exemplo, &amp;eacute; a &amp;uacute;nica no Brasil que possui uma imagem de S&amp;atilde;o Longuinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restaurantes, lanchonetes e op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de hospedagem n&amp;atilde;o faltam a Guararema. J&amp;aacute; a bela Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Central, com arquitetura ao estilo ingl&amp;ecirc;s do s&amp;eacute;culo XIX, tem uma hist&amp;oacute;ria que se confunde com a da pr&amp;oacute;pria cidade. A partir da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o turista pode fazer um passeio tur&amp;iacute;stico-cultural de Maria-Fuma&amp;ccedil;a at&amp;eacute; proximidades com Mogi das Cruzes, uma vez que esse trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil foi reativado. Da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Central, pode-se ver um pontilh&amp;atilde;o de ferro tamb&amp;eacute;m de design ingl&amp;ecirc;s. Os visitantes podem, da mesma forma, aproveitar e fazer atividades de ecoturismo nas &amp;aacute;guas n&amp;atilde;o polu&amp;iacute;das do Rio Para&amp;iacute;ba do Sul (que corta parte da cidade), para praticar caiaque, jet-ski, nadar e pescar piaus, piabas, curimbat&amp;aacute;s e outros peixes.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.turismo.sp.gov.br/datafiles/suite/escritorio/aplicativo/conteudo/album_fotografico/3233.jpg" alt="" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A igreja colonial de Nossa Senhora d&amp;rsquo;Ajuda, do s&amp;eacute;culo XVII, est&amp;aacute; entre as mais antigas do Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;bull; Guararema destaca-se pela sua grande produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de orqu&amp;iacute;deas das mais variadas esp&amp;eacute;cies. &amp;Eacute; conhecida nacionalmente como &amp;ldquo;A Cidade das Orqu&amp;iacute;deas&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;bull; A cidade est&amp;aacute; inserida na Rota da Luz SP, do Programa Caminha S&amp;atilde;o Paulo, criado pela Secretaria de Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, como proposta de jornada de f&amp;eacute;, reflex&amp;atilde;o e medita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no total de 201 km, de Mogi das Cruzes at&amp;eacute; Aparecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;bull; Guararema chamava-se, inicialmente, Arraial da Escada, quando foi fundada em meados do s&amp;eacute;culo XVI pelo capit&amp;atilde;o-mor crist&amp;atilde;o-novo Gaspar Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;bull; A Vila de Lu&amp;iacute;s Carlos, em Guararema, &amp;eacute; um das paradas da Maria Fuma&amp;ccedil;a 353. O local j&amp;aacute; foi cen&amp;aacute;rio de filmes e de telenovelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ir at&amp;eacute; Guararema, saindo da Capital &amp;eacute; preciso acessar a SP-070 (Rodovias Ayrton Senna e Governador Carvalho Pinto) at&amp;eacute; a sa&amp;iacute;da 68, depois a SP-172/060 (Rodovia Nicola Capucci) e, por &amp;uacute;ltimo, a SP-066 (Rodovia Henrique Eroles).&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.guararema.sp.gov.br"&gt;www.guararema.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.turismo.sp.gov.br/"&gt;https://www.turismo.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Guararema" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_27_83_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</description>
<category>Guararema</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_3_02062025150000.jpg" type="image/jpg" />
</item>
<item>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:50:40 -0300</pubDate>
<title>Gália</title>
<link>https://amitesp.com.br/galia</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/galia</guid>
<description>
&lt;div id="parent-fieldname-description" class="documentDescription"&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/div&gt;
&lt;div id="viewlet-above-content-body"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div id="content-core"&gt;
&lt;div id="parent-fieldname-text-a1343e305a18434e89dca8f19c4576e0" class=""&gt;
&lt;p&gt;Os primeiros homens brancos a habitarem a regi&amp;atilde;o, que hoje constitui o munic&amp;iacute;pio de G&amp;aacute;lia, eram lavradores que cultivavam o caf&amp;eacute; e a cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car. Francisco Rodrigues de Campos, em 1845, toma posse das terras situadas nas cabeceiras do Rio Feio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1908, Jos&amp;eacute; Louren&amp;ccedil;o Rocha Leite e Bernardo Gon&amp;ccedil;alves dos Santos constru&amp;iacute;ram um engenho na Fazenda Ribeir&amp;atilde;o das Antas, antiga Fazenda S&amp;atilde;o Vicente e atual Fazenda Dona Irani, em torno do qual formou-se o Povoado de Antas que daria origem ao primeiro nome de G&amp;aacute;lia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Coronel Galdino Manoel Ribeiro adquiriu 2.000 alqueires de terras da Fazenda Ribeir&amp;atilde;o das Antas, dos quais, em 1924, separou 20 alqueires e encarregou um agrimensor para fazer o tra&amp;ccedil;ado de um patrim&amp;ocirc;nio com 318 datas, 30 quadras e 14 ruas. Duas destas ruas receberam os nomes de Avenida S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; e Avenida Paulista e as demais eram identificadas apenas por n&amp;uacute;meros. Aprovado o tra&amp;ccedil;ado, em 19 de mar&amp;ccedil;o de 1925 foi fundado o Patrim&amp;ocirc;nio de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; das Antas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 28 de dezembro de 1926, o povoado, j&amp;aacute; com 227 casas, foi elevado &amp;agrave; categoria de Distrito de Paz de Antas, subordinado ao munic&amp;iacute;pio de Duartina, na Comarca de Agudos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mesmo ano, a Par&amp;oacute;quia S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; instalou-se no distrito. Inaugurou-se tamb&amp;eacute;m o Cine S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute;, com 500 cadeiras e 12 amplas frisas, o primeiro time oficial de futebol da cidade, o Foot Ball Club de Antas, e a primeira Escola Estadual, al&amp;eacute;m de farm&amp;aacute;cias, oficinas, barbearias, a&amp;ccedil;ougues e padarias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a chegada em 1927, da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, a vila passou a se chamar &amp;ldquo;G&amp;aacute;llia&amp;rdquo;, em raz&amp;atilde;o da Companhia ter estabelecido uma ordem alfab&amp;eacute;tica de nomes a serem dados as diversas esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do tra&amp;ccedil;ado da estada, ap&amp;oacute;s a cidade de Piratininga: Am&amp;eacute;rica (Alba), Bras&amp;iacute;lia, Cabr&amp;aacute;lia Paulista, Duartina, Esmeralda, Fern&amp;atilde;o, G&amp;aacute;lia etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 20 de setembro de 1927 criou-se o novo munic&amp;iacute;pio pela Lei Estadual n&amp;ordm; 2.229, cuja instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu no dia 14 de abril de 1928. O novo munic&amp;iacute;pio recebeu o nome da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ferrovi&amp;aacute;ria constru&amp;iacute;da em 1927 pela ent&amp;atilde;o Companhia Paulista de Estradas de Ferro, denominado G&amp;aacute;lia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira sess&amp;atilde;o da C&amp;acirc;mara de G&amp;aacute;lia, em 14 de abril de 1928, os vereadores eleitos pelo povo e empossados votaram para Cel. Galdino Manoel Ribeiro para Presidente da C&amp;acirc;mara e Jorge Fray Junior para Prefeito do novo munic&amp;iacute;pio. Durante a d&amp;eacute;cada de 30 e 40, destaca-se a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Companhia Inglesa, aproximadamente dois mil pessoas formando uma pequena vila europeia dentro da cidade para atividades agr&amp;iacute;colas e comerciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na d&amp;eacute;cada seguinte, quando, segundo recenseamento geral do Brasil, a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do munic&amp;iacute;pio ultrapassava os 18 mil habitantes, G&amp;aacute;lia passa a desenvolver a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seda natural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, na d&amp;eacute;cada de 50, por iniciativa da Prefeitura Municipal, foi criada comiss&amp;atilde;o de julgamento para se definir um cognome para a cidade de G&amp;aacute;lia. &amp;ldquo;G&amp;aacute;lia, A Princesinha da Seda&amp;rdquo;, foi a vencedora. E &amp;eacute; assim que o munic&amp;iacute;pio &amp;eacute; conhecido e reconhecido em todo o Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.galia.sp.leg.br/"&gt;https://www.galia.sp.leg.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - G&amp;aacute;lia" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_26_84_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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<category>Gália</category>
</item>
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 13:28:22 -0300</pubDate>
<title>Dumont</title>
<link>https://amitesp.com.br/dumont</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/dumont</guid>
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&lt;p&gt;Hist&amp;oacute;rico A origem do Munic&amp;iacute;pio de Dumont &amp;eacute; devido ao Engenheiro Henrique Dumont, pai de Alberto Santos Dumont que, em 1879, adquiriu a Fazenda Arindeuva, na zona de Ribeir&amp;atilde;o Preto, O desenvolvimento da Fazenda, que passou a se denominar Fazenda Dumont, levou ao desdobramento dos cafezais e &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de unidades a servi&amp;ccedil;os de apoio, entre eles a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma estrada de ferro com 30 quil&amp;ocirc;metros, para escoamento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cafeeira. Promoveu ainda o incentivo &amp;agrave; introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de imigrantes europeus em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao trabalho escravo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Motivado por uma hemiplagia, Henrique Dumont vendeu a propriedade &amp;agrave; Companhia Melhoramentos do Brasil que a manteve por pouco tempo seu poder, transferiu-a em 1894, &amp;agrave; companhia inglesa &amp;ldquo;Dumont Coffes Company&amp;rdquo; que em 1942 retalhou-a em lotes que foram vendidos a particulares. Gent&amp;iacute;lico: dumonense Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Adminstrativa Distrito criado com a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dumont, pela lei estadual n&amp;ordm; 233, de 24-12-1948, subordinado ao munic&amp;iacute;pio de Ribeir&amp;atilde;o Preto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em divis&amp;atilde;o territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Dumont permanece no munic&amp;iacute;pio de Ribeir&amp;atilde;o Preto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim permanecendo em divis&amp;atilde;o territorial datada de 1-VII-1960. Elevado &amp;agrave; categoria de munic&amp;iacute;pio com a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dumont, pela lei estadual n&amp;ordm; 8092 de 28-02-1964, desmembrado do munic&amp;iacute;pio de Ribeir&amp;atilde;o Preto. Sede no antigo distrito de Dumont. Constitu&amp;iacute;do do distrito sede. Instalado em 21-03-1965. Em divis&amp;atilde;o territorial datada de 31-XII-1968, o munic&amp;iacute;pio &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do do distrito sede. Assim permanecendo em divis&amp;atilde;o territorial datada de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://dumont.sp.gov.br/"&gt;https://dumont.sp.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Dumont" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_22_88_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<category>Dumont</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_2_1_02062025132747.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 13:17:46 -0300</pubDate>
<title>Dracena</title>
<link>https://amitesp.com.br/dracena</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/dracena</guid>
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&lt;p&gt;A funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dracena ocorreu em 8 de dezembro de 1945, quando Irio Spinardi, Jo&amp;atilde;o Vendramini, Virg&amp;iacute;lio e Flor&amp;ecirc;ncio Fioravanti tomaram uma iniciativa de estabelecer um n&amp;uacute;cleo na zona da mata, localizada no&amp;nbsp;&lt;a title="Oeste Paulista" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oeste_Paulista"&gt;Oeste Paulista&lt;/a&gt;. Nesse dia ocorria uma cerim&amp;ocirc;nia, cerim&amp;ocirc;nia, que contou com uma grande n&amp;uacute;mero de pessoas; nela, estava sendo lan&amp;ccedil;ada a pedra fundamental (ap&amp;oacute;s o t&amp;eacute;rmino da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um rancho de pau-a-pique) que originou o munic&amp;iacute;pio.&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria3-9"&gt;&lt;sup&gt;[9]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Dracena se tornou oficialmente munic&amp;iacute;pio de&amp;nbsp;&lt;a title="S&amp;atilde;o Paulo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo"&gt;S&amp;atilde;o Paulo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;atrav&amp;eacute;s da Lei Estadual n.&amp;ordm; 233, por meio de uma proposta apresentada pelo deputado estadual&amp;nbsp;&lt;a title="Ulisses Guimar&amp;atilde;es" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ulisses_Guimar%C3%A3es"&gt;Ulisses Guimar&amp;atilde;es&lt;/a&gt;, que o desmembrou de Gracian&amp;oacute;polis (atualmente&amp;nbsp;&lt;a title="Tupi Paulista" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tupi_Paulista"&gt;Tupi Paulista&lt;/a&gt;). Ao ser desmembrada, o munic&amp;iacute;pio era composto de tr&amp;ecirc;s distritos: Dracena, Jacipor&amp;atilde; e Ouro Verde. A instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial ocorreu em 4 de abril de 1949, quando tomava posse o primeiro prefeito do munic&amp;iacute;pio,&amp;nbsp;&lt;a title="&amp;Iacute;rio Spinardi (p&amp;aacute;gina n&amp;atilde;o existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=%C3%8Drio_Spinardi&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&amp;Iacute;rio Spinardi&lt;/a&gt;, um dos fundadores de Dracena, e o primeiro presidente da C&amp;acirc;mara de Vereadores,&amp;nbsp;&lt;a title="Messias Ferreira da Palma (p&amp;aacute;gina n&amp;atilde;o existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Messias_Ferreira_da_Palma&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Messias Ferreira da Palma&lt;/a&gt;.&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria1-7"&gt;&lt;sup&gt;[7]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria2-8"&gt;&lt;sup&gt;[8]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s o planejamento do munic&amp;iacute;pio, a gleba passou a ser subdividida em pequenas propriedades, dando melhores oportunidades de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e houve, ao mesmo tempo, a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um hotel a partir de um pr&amp;eacute;dio com dois pavimentos, constituindo assim o povoamento.&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria1-7"&gt;&lt;sup&gt;[7]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma ferrovi&amp;aacute;ria, e de casas e a doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terras a pequenos propriet&amp;aacute;rios&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria3-9"&gt;&lt;sup&gt;[9]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;foram os principais motivos que levaram Dracena a um importante progresso, em dezembro de 1948, data de sua funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Cinco anos depois, em&amp;nbsp;&lt;a title="30 de dezembro" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_dezembro"&gt;30 de dezembro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de&amp;nbsp;&lt;a title="1953" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1953"&gt;1953&lt;/a&gt;, a lei estadual n&amp;ordm; 2456 desmembra de Dracena o distrito de Ouro Verde, tornando-se munic&amp;iacute;pio de&amp;nbsp;&lt;a title="S&amp;atilde;o Paulo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo"&gt;S&amp;atilde;o Paulo&lt;/a&gt;. A mesma lei criou o distrito de&amp;nbsp;&lt;a title="Jamaica (Dracena) (p&amp;aacute;gina n&amp;atilde;o existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jamaica_(Dracena)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Jamaica&lt;/a&gt;, cuja terra foi desmembrada do distrito de&amp;nbsp;&lt;a title="Ouro Verde (S&amp;atilde;o Paulo)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ouro_Verde_(S%C3%A3o_Paulo)"&gt;Ouro Verde&lt;/a&gt;. Em 1960, Dracena era formada pelos distritos de Dracena, Jacipor&amp;atilde; e Jamaica. A partir da&amp;iacute;, o munic&amp;iacute;pio n&amp;atilde;o sofreu mais nenhuma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em seu territ&amp;oacute;rio.&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria1-7"&gt;&lt;sup&gt;[7]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena#cite_note-Hist%C3%B3ria3-9"&gt;&lt;sup&gt;[9]&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nome "Dracena" veio de um concurso organizado pelos desbravadores Irio Spinardi, Jo&amp;atilde;o Vandramini, Virg&amp;iacute;lio e Flor&amp;ecirc;ncio Fioravanti, fundadores do munic&amp;iacute;pio. Esse concurso foi organizado em&amp;nbsp;&lt;a title="Tup&amp;atilde; (S&amp;atilde;o Paulo)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tup%C3%A3_(S%C3%A3o_Paulo)"&gt;Tup&amp;atilde;&lt;/a&gt;, a cerca de 12 quil&amp;ocirc;metros do local. O nome faz refer&amp;ecirc;ncia a&amp;nbsp;&lt;a title="Dracena (planta)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracena_(planta)"&gt;planta ornamental de mesmo nome&lt;/a&gt;, cujas folhas t&amp;ecirc;m a colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o verde e amarela, pertencente &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia das lili&amp;aacute;ceas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.dracena.sp.gov.br/"&gt;https://www.dracena.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Dracena" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_21_89_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<category>Dracena</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_1_02062025131736.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 12:56:08 -0300</pubDate>
<title>Cosmópolis</title>
<link>https://amitesp.com.br/cosmopolis</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/cosmopolis</guid>
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&lt;div class="page-header"&gt;
&lt;div class="page-title post-title is-size-1"&gt;
&lt;h1&gt;Mem&amp;oacute;ria&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="entry clearfix"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cosm&amp;oacute;polis, palavra que une dois voc&amp;aacute;bulos gregos&lt;br /&gt;(cosmos, universo, e polis, cidade).&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &amp;lsquo;caminhos de Goiases&amp;rsquo;, uma extens&amp;atilde;o de trilhas criadas por Bandeirantes do &amp;lsquo;Planalto de Piratininga&amp;rsquo;, entre as vilas de &amp;lsquo;Jundiahy&amp;rsquo; e &amp;lsquo;Moji-Mirim&amp;rsquo;, originaram em seus percursos o surgimento de &amp;aacute;reas de pouso e descanso aos exploradores. O &amp;lsquo;Caminho de Goiases&amp;rsquo;, tamb&amp;eacute;m conhecido como &amp;lsquo;Picada de Goi&amp;aacute;s&amp;rsquo;, est&amp;aacute; entre as primeiras estradas imperiais criadas no Brasil, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da descoberta do ouro e pedras preciosas no sert&amp;atilde;o de Goi&amp;aacute;s e Minas Gerais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma extens&amp;atilde;o aberta nas matas, pelas bandeiras do Capit&amp;atilde;o Fern&amp;atilde;o de Camargo (o Jaguaret&amp;ecirc;), marcaria a povoa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da regi&amp;atilde;o conhecida como &amp;lsquo;Campinas de Mato Grosso&amp;rsquo;.&lt;br /&gt;Entre os anos de 1721 e 1730, os constantes desbravamentos buscando novos caminhos para os atuais estados de Goi&amp;aacute;s e Mato Grosso, originaram &amp;agrave; futura Vila de S&amp;atilde;o Carlos, ent&amp;atilde;o pertencente a Jundia&amp;iacute;, e mais tarde, a cidade de Campinas, oficialmente inaugurada em 14 de julho de 1774.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das terras campineiras conhecidas como Fund&amp;atilde;o, marcariam o nascimento de Cosm&amp;oacute;polis, nos primeiros anos de emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Vila de S&amp;atilde;o Carlos, desbravadas pela Bandeira do Capit&amp;atilde;o Francisco Barreto Leme do Prado, em 1779.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Sesmarias pela Coroa portuguesa, fim do s&amp;eacute;culo 17 e in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo 18, atraiu para regi&amp;atilde;o campineira fazendeiros de diversas prov&amp;iacute;ncias paulistas, assim como capitalistas das &amp;lsquo;Minas Gerais&amp;rsquo;. O intuito do sistema de Sesmarias, era estimular as produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cana de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, principal produto brasileiro na &amp;eacute;poca, conhecido como primeiro &amp;lsquo;ouro verde&amp;rsquo; de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o titular da Sesmaria n&amp;atilde;o iniciava as produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro dos prazos estabelecidos, seu direito de posse poderia ser cassado pela Coroa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As novas sesmarias, atraiam fazendeiros buscando grandes extens&amp;otilde;es de terras, para o cultivo de cana de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es de engenhos, onde seriam beneficiados os produtos para as comercializa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no mercado nacional e internacional, utilizando-se exclusivamente de m&amp;atilde;o de obra escrava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Impulsionados pelo sistema de Sesmarias, os fazendeiros come&amp;ccedil;aram as coloniza&amp;ccedil;&amp;otilde;es das terras, derrubando matas e formando canaviais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o fim do sistema de Sesmaria, em 1822, as &amp;aacute;reas desbravadas come&amp;ccedil;aram a ser vendidas pelos antigos fazendeiros. Surgia um novo processo de coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas terras, mudando os sistemas agr&amp;iacute;colas com a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do caf&amp;eacute;, segundo ouro verde paulista, e a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos primeiros n&amp;uacute;cleos coloniais de trabalhadores livres, formados por imigrantes europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das lavouras trazia um novo ciclo de desenvolvimento na regi&amp;atilde;o, e o surgimento de grandes produtores de caf&amp;eacute;, com destaque entre as v&amp;aacute;rias propriedades agr&amp;iacute;colas, para a Fazenda Funil, ent&amp;atilde;o uma das maiores propriedades agr&amp;iacute;colas da regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As terras, pertencentes &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia do Padre Jo&amp;atilde;o Manuel de Almeida Barboza, conquistaram notoriedade pela qualidade do solo, e principalmente, pelas grandes extens&amp;otilde;es de planta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de caf&amp;eacute; e cana de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car. Nas terras da Fazenda do Funil, surgir&amp;aacute; oficialmente a Vila de Cosm&amp;oacute;polis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1889 e 1890, constantes epidemias de febre amarela assolaram Campinas, trazendo investidores para a regi&amp;atilde;o da Fazenda Funil, dispostos a criarem uma nova Campinas nas terras. O ent&amp;atilde;o herdeiro da Fazenda, Coronel Jo&amp;atilde;o Manuel de Almeida Barboza, decide vender as terras para um grupo de investidores, entrando como membro dos novos empreendimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo visava criar col&amp;ocirc;nias agr&amp;iacute;colas nas terras, destinadas a imigrantes europeus, em uma parceria firmada entre os governos federal e estadual, com os pa&amp;iacute;ses de origem dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o escoamento das produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es agr&amp;iacute;colas, surge um projeto que mudaria totalmente os caminhos da regi&amp;atilde;o, recriando uma nova hist&amp;oacute;ria nas terras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1892, o ent&amp;atilde;o presidente da C&amp;acirc;mara de Campinas e investidor do grupo, Cel. Jos&amp;eacute; Paulino Nogueira Ferraz, autorizava o munic&amp;iacute;pio a contrair empr&amp;eacute;stimos para financiar a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma estrada de ferro, a &amp;lsquo;Carril Agr&amp;iacute;cola Funilense&amp;rsquo;, que fora fundada oficialmente em 24 de julho de 1890.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A base principal do empr&amp;eacute;stimo p&amp;uacute;blico, era a import&amp;acirc;ncia do escoamento das produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es agr&amp;iacute;colas de toda a regi&amp;atilde;o, principalmente da imensa &amp;aacute;rea pertencente &amp;agrave; Fazenda Funil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo era formado por pessoas de destaque na pol&amp;iacute;tica e agricultura, possuindo membros como Jos&amp;eacute; Paulino Nogueira e irm&amp;atilde;os, Bar&amp;atilde;o Geraldo Ribeiro de Souza Rezende, Dr. Moraes Sales, Cel. Silva Telles, Cel. Jo&amp;atilde;o Batista de Souza Aranha, Jo&amp;atilde;o Manuel de Almeida Barboza, Francisco de Paulo Camargo; entre outros cujos esfor&amp;ccedil;os permitiram a continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhos de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vias f&amp;eacute;rreas e cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos primeiros n&amp;uacute;cleos coloniais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o des&amp;iacute;gnio de intensificar as produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es, em 1896, a C&amp;acirc;mara Municipal de Campinas, oficializa um projeto propendendo a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma col&amp;ocirc;nia su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, onde futuramente seria a cidade de Cosm&amp;oacute;polis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, por problemas clim&amp;aacute;ticos e de adaptabilidade humana, poucas fam&amp;iacute;lias ficaram nas terras. Abre-se a oportunidade para outros povos, como austr&amp;iacute;acos, alem&amp;atilde;es, poloneses, espanh&amp;oacute;is e italianos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inicialmente, a imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o alem&amp;atilde; foi respons&amp;aacute;vel pela deten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande parte das terras destinadas aos projetos agr&amp;iacute;colas, sendo membros de destaque na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do N&amp;uacute;cleo Colonial Campos Salles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As margens dos trilhos da Carril Funilense, surge o primeiro povoado, localizado nas terras que originaram a atual Avenida Ester, antigo acesso &amp;agrave; casa principal da Fazenda do Funil, e complexo industrial da Usina Ester.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o crescimento do povoado, a localidade come&amp;ccedil;a a receber v&amp;aacute;rias denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos seus moradores, como &amp;lsquo;Campos das Palmeiras&amp;rsquo; (in&amp;iacute;cio da coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das terras do Funil, idos dos anos de 1880, alus&amp;atilde;o &amp;agrave;s vastas palmeiras indai&amp;aacute;s) e &amp;lsquo;Burgo&amp;rsquo; (antiga refer&amp;ecirc;ncia usada pelos Bandeirantes para designar Vilas, comumente incorporada pelos germ&amp;acirc;nicos nos anos de 1890).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Funilense, em novembro de 1898, batiza o terminal como &amp;lsquo;Bar&amp;atilde;o Geraldo de Rezende&amp;rsquo;, estendendo-se a nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao povoado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria uma homenagem ao capitalista Geraldo Ribeiro de Sousa Resende, primeiro e &amp;uacute;nico Bar&amp;atilde;o Geraldo de Resende e de Iporanga, ent&amp;atilde;o presidente da Carril Agr&amp;iacute;cola Funilense, por&amp;eacute;m a nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o persiste, devido uma homenagem ao capitalista em outra esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, localizada no atual distrito campineiro que possui seu nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diversidade de imigrantes de v&amp;aacute;rias nacionalidades, reunidos em n&amp;uacute;cleos coloniais e arredores das linhas da Funilense, resultou na nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do povoado em Cosm&amp;oacute;polis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nome deriva da jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o das palavras gregas, Cosmo (Universo), e Polis (cidade), significando na sua tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao portugu&amp;ecirc;s, o universo em cidade, ou cidade universo, como popularizou-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A origem exata da nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cosm&amp;oacute;polis &amp;agrave; vila, &amp;eacute; incerta sobre o ano e autor, presume-se que tenha recebido a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos empreendedores da fam&amp;iacute;lia Nogueira, novos propriet&amp;aacute;rios da Fazenda Funil, e fundadores da Usina Esther, em 02 de mar&amp;ccedil;o de 1898.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fam&amp;iacute;lia Nogueira, na pessoa do Major Arthur Nogueira, estava &amp;agrave; frente dos processos de loteamento agr&amp;iacute;cola e urbano das terras do Funil, criando com apoio do governo estadual, os primeiros n&amp;uacute;cleos coloniais, setores urbanos, agr&amp;iacute;colas e industriais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1905, a nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o como Bar&amp;atilde;o Geraldo passa &amp;agrave; Fazenda Santa Genebra, e a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Funilense &amp;eacute; rebatizada de &amp;lsquo;Cosm&amp;oacute;polis&amp;rsquo;, oficializando o nome de &amp;ldquo;Villa Cosm&amp;oacute;polis&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 27 de Novembro de 1906, &amp;eacute; criado o Distrito de Cosm&amp;oacute;polis, subordinado &amp;agrave; Campinas. Neste per&amp;iacute;odo, Cosm&amp;oacute;polis &amp;eacute; marcada pelo constante crescimento das produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es industriais e agr&amp;iacute;colas, principalmente de cana de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e algod&amp;atilde;o, e o estabelecimento de com&amp;eacute;rcios, prestadores de servi&amp;ccedil;os, e pequenas ind&amp;uacute;strias t&amp;ecirc;xteis, gerando um gigantesco progresso na localidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 30 de Novembro de 1944, &amp;eacute; criado oficialmente o munic&amp;iacute;pio de Cosm&amp;oacute;polis, gra&amp;ccedil;as a uma junta popular emancipadora, que desde o fim dos anos de 1930, iniciou os processos de emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica e administrativa da cidade de Campinas. A emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o passa a vigorar a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 1945, quando o munic&amp;iacute;pio &amp;eacute; instalado atrav&amp;eacute;s de uma cerim&amp;ocirc;nia c&amp;iacute;vica de posse dos primeiros prefeito e vice.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial de Cosm&amp;oacute;polis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia 17/01/1901, &amp;eacute; oficializado como o marco de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto urbano cosmopolense. A data &amp;eacute; uma corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica, formalizada ap&amp;oacute;s anos de estudos e pesquisas para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro &amp;lsquo;Cosm&amp;oacute;polis de fazenda Funil &amp;agrave; cidade universo&amp;rsquo;, apresentado ao legislativo municipal pelo historiador Mano Fromberg.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudos documentais t&amp;ecirc;m como base principal, regimentada como certid&amp;atilde;o de nascimento de Cosm&amp;oacute;polis, a planta de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e loteamento da &amp;lsquo;Villa Cosm&amp;oacute;polis&amp;rsquo;, registrada em 17/01/1901, projeto da sociedade agr&amp;iacute;cola e empreendimentos &amp;lsquo;Arthur Nogueira &amp;amp; Cia&amp;rsquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A planta urbana dos lotes da Fazenda Funil, regulamentada e aprovada pela Prefeitura de Campinas, &amp;eacute; o primeiro registro oficial das terras com o nome Cosm&amp;oacute;polis, a qual somente tornou-se distrito de paz em 1906.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprovada pela C&amp;acirc;mara Municipal e oficializada como lei n&amp;ordm; 3.116, em 04/05/2009, a data foi institu&amp;iacute;da como o &amp;ldquo;Dia da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cosm&amp;oacute;polis&amp;rdquo;. A lei estabelece como fundadores de Cosm&amp;oacute;polis os respons&amp;aacute;veis pela cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;ldquo;Villa&amp;rdquo;, loteamento e desbravamento das terras, o Cel. Jos&amp;eacute; Paulino Nogueira Ferraz, Major Arthur Nogueira Ferraz, Sidrack Nogueira Ferraz, Cel. Ant&amp;ocirc;nio Carlos da Silva Telles e Paulo de Almeida Nogueira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anteriormente, a data oficial de funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o era 04/01/1896, supostamente o marco de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do N&amp;uacute;cleo Colonial Campos Salles, ent&amp;atilde;o institu&amp;iacute;do como lei municipal n&amp;ordm; 2.198.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com as pesquisas do livro, sustentadas historicamente pelos documentos da C&amp;acirc;mara Municipal de Campinas, Acervo P&amp;uacute;blico de S&amp;atilde;o Paulo, dentre di&amp;aacute;rios e registros da fam&amp;iacute;lia Nogueira, propriet&amp;aacute;rios das terras, foi comprovado que o n&amp;uacute;cleo oficialmente surgiu em 04/12/1897.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cosm&amp;oacute;polis, desde a emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica e administrativa em 1944, v&amp;aacute;rias datas passaram pelos estudos da C&amp;acirc;mara de Cosm&amp;oacute;polis; como a funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fazenda Funil, em fevereiro de 1830, in&amp;iacute;cio das obras da Carril Agr&amp;iacute;cola Funilense, em 1890, inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ferrovi&amp;aacute;ria da Funilense, em 1899, ao marco de compra das terras do Funil, em 1898, para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Usina Ester.&lt;/p&gt;
&lt;div id="gallery-1" class="gallery galleryid-8064 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail"&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/avenida-ester-1901.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/avenida-ester-1901-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10171" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1901 &amp;ndash; Avenida Ester&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1909-Cartao-postal-de-circulacao-internacional-Represa-Pirapitingui-Paredao-destacando-a-esquerda-o-Major-Artur-Nogueira-2.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1909-Cartao-postal-de-circulacao-internacional-Represa-Pirapitingui-Paredao-destacando-a-esquerda-o-Major-Artur-Nogueira-2-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10208" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1909 &amp;ndash; Cart&amp;atilde;o postal de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional, Represa Pirapitingui, Pared&amp;atilde;o &amp;ndash; destacando &amp;agrave; esquerda o Major Artur Nogueira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1911.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1911-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10172" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10172" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1911- Cart&amp;atilde;o postal criado pelo governo paulista, para divulgar os n&amp;uacute;cleos coloniais na It&amp;aacute;lia. Em destaque as produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es agr&amp;iacute;colas do N&amp;uacute;cleo Colonial Campos Salles. Fotos de Guilherme Gaensly, datadas de 1898&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1936-Delegacia.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1936-Delegacia.png" alt="" width="200" height="131" aria-describedby="gallery-1-10209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10209" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1936 &amp;ndash; Delegacia&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1938-Inauguracao-do-salao-de-festas-do-Nucleo-Colonial-Campos-Salles-Escola-Alema-2.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1938-Inauguracao-do-salao-de-festas-do-Nucleo-Colonial-Campos-Salles-Escola-Alema-2-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10210" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1938 &amp;ndash; Inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sal&amp;atilde;o de festas do N&amp;uacute;cleo Colonial Campos Salles (Escola Alem&amp;atilde;)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1939-Prefeitura-de-cosmopolis-sub-prefeitura-campinas-antonio-damiano.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1939-Prefeitura-de-cosmopolis-sub-prefeitura-campinas-antonio-damiano-300x273.png" alt="" width="300" height="273" aria-describedby="gallery-1-10173" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10173" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1939 &amp;ndash; Prefeitura de cosm&amp;oacute;polis- sub prefeitura-campinas-antonio damiano&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1944.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1944-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10175" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1944 &amp;ndash; Primeira foto a&amp;eacute;rea do munic&amp;iacute;pio de Cosm&amp;oacute;polis, registro feito pela E.N.F.A (Empresa Nacional de Fotos A&amp;eacute;reas). Servi&amp;ccedil;o realizado &amp;agrave; pedido do Governo Federal, como etapa da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mapa municipal&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Prainha-da-Represa-Pirapitingui-1959.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Prainha-da-Represa-Pirapitingui-1959-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10214" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1959 &amp;ndash; Prainha da Represa Pirapitingui&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1959-Antiga-Praca-do-Castelo-registro-feito-pela-Rua-Monte-Castelo.-Ao-fundo-Rua-Joao-Aranha.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1959-Antiga-Praca-do-Castelo-registro-feito-pela-Rua-Monte-Castelo.-Ao-fundo-Rua-Joao-Aranha-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10176" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1959- Antiga Pra&amp;ccedil;a do Castelo, registro feito pela Rua Monte Castelo. Ao fundo, Rua Jo&amp;atilde;o Aranha&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1962-Prefeitura-Municipal-de-Cosmopolis-anexo-aos-fundos-a-Camara-dos-Vereadores.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/1962-Prefeitura-Municipal-de-Cosmopolis-anexo-aos-fundos-a-Camara-dos-Vereadores-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10177" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10177" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1962 &amp;ndash; Prefeitura Municipal de Cosm&amp;oacute;polis, anexo aos fundos, a C&amp;acirc;mara dos Vereadores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Asfalto-na-Campos-Salles-frente-prefeitura-1967-1.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Asfalto-na-Campos-Salles-frente-prefeitura-1967-1.png" alt="" width="200" height="143" aria-describedby="gallery-1-10183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10183" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1967 &amp;ndash; Asfalto na Campos Salles em frente a prefeitura&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Caixa-dagua-2.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Caixa-dagua-2-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10186" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1959- Antiga Pra&amp;ccedil;a do Castelo, registro feito pela Rua Monte Castelo. Ao fundo, Rua Jo&amp;atilde;o Aranha&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Cosmopolis-1974-Foto-aerea-1.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Cosmopolis-1974-Foto-aerea-1-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10211" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;Cosm&amp;oacute;polis 1974 &amp;ndash; Foto a&amp;eacute;rea&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/caminhao-lixo.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/caminhao-lixo-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10187" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;figcaption id="gallery-1-10187" class="wp-caption-text gallery-caption"&gt;1978 &amp;ndash; Frota de caminh&amp;otilde;es de coleta lixo de&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;figure class="gallery-item"&gt;
&lt;div class="gallery-icon landscape"&gt;&lt;a class="popmag" href="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/captacao-de-agua-no-Bagua.png"&gt;&lt;img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://cosmopolis.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/captacao-de-agua-no-Bagua-300x300.png" alt="" width="300" height="300" aria-describedby="gallery-1-10188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description>
<category>Cosmópolis</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_4_18_02062025125522.jpg" type="image/jpg" />
</item>
<item>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 12:02:02 -0300</pubDate>
<title>Chavantes</title>
<link>https://amitesp.com.br/chavantes</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/chavantes</guid>
<description>
&lt;p&gt;Chavantes e sua hist&amp;oacute;ria&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do munic&amp;iacute;pio de Chavantes se deu em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1887&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;quando&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Jo&amp;atilde;o Ign&amp;aacute;cio da Costa Bezerra&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;veio morar nas margens do Ribeir&amp;atilde;o da Cachoeira&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e abriu a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Fazenda Santana da Cachoeira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;nas terras pertencentes a Santa Cruz do Rio Pardo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A terra f&amp;eacute;rtil atraiu Jo&amp;atilde;o Francisco Machado e novas fam&amp;iacute;lias e ap&amp;oacute;s angariarem alguns alqueires de terras,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fundaram em 1900 o Patrim&amp;ocirc;nio e depois a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Vila da Cachoeira ou Cachoeirinha.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Estrada de Ferro Sorocabana chegou na regi&amp;atilde;o em 1909 e construiu a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ferrovi&amp;aacute;ria Chavantes&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e um povoado surgiu ao seu redor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Vila da Cachoeira tornou-se&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Distrito de&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Irap&amp;eacute;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;22.10.1909,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;no munic&amp;iacute;pio de Santa Cruz do Rio Pardo, pela Lei Estadual n&amp;deg; 1172&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sede do distrito mudou atrav&amp;eacute;s da Lei Estadual n&amp;deg;1154 de 08.10.1917&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;para o povoado nas imedia&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ferrovi&amp;aacute;ria com o mesmo nome:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Distrito de Chavantes,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chavantes, um dos maiores produtores do Brasil de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;alfafa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e de&lt;strong&gt;&amp;nbsp;caf&amp;eacute;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(o &amp;ldquo;ouro verde&amp;rdquo;)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;recebeu muitos migrantes e principalmente imigrantes para a lavoura. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Ponte P&amp;ecirc;nsil Alves de Lima&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;inaugurada em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;04.12.1920&lt;/strong&gt;, constru&amp;iacute;da em madeira pelo governo paulista,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ligou os dois estados e facilitou o escoamento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cafeeira do norte paranaense pela Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ferrovi&amp;aacute;ria Chavantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Teatro S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;foi inaugurado no Irap&amp;eacute; em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;12.10.1921&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Munic&amp;iacute;pio de Chavantes&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;foi criado&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;04.12.1922&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;pela Lei Estadual n&amp;deg; 1885&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grafia do nome do munic&amp;iacute;pio apareceu com&amp;nbsp;&lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;na Lei Estadual n&amp;deg; 8092 de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1964&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nome da cidade foi restabelecida atrav&amp;eacute;s da Lei Estadual n&amp;deg; 3223 de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1982&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;na forma da Lei Estadual n&amp;deg; 1885 de 04.12.1922,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que criou o Munic&amp;iacute;pio, atribuindo-lhe a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Chavantes&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;S&amp;iacute;mbolos Municipais&lt;/strong&gt;: bras&amp;atilde;o, bandeira e hino consta a origem&amp;nbsp;&lt;strong&gt;ind&amp;iacute;gena&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de Chavantes,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;assim como a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Usina Hidrel&amp;eacute;trica Chavantes&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;inaugurada em 1971,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Rio Paranapanema&lt;/strong&gt;, o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;caf&amp;eacute;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Distrito de Irap&amp;eacute;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;no Munic&amp;iacute;pio de Chavantes foi criado em 06.04.&lt;strong&gt;1935&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pela Lei Estadual n&amp;deg; 7064.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.chavantes.sp.gov.br/"&gt;https://www.chavantes.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Chavantes</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_2_1_02062025123609.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:54:29 -0300</pubDate>
<title>Zacarias</title>
<link>https://amitesp.com.br/zacarias</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/zacarias</guid>
<description>
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zacarias e sua hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Do carro de boi ao avi&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;ldquo;O povoado come&amp;ccedil;ou com um mineiro, mas acabou se transformando na vila mais baiana das redondezas. Deu provas de ser uma terra arrojada &amp;ndash; teve campo de pouso e um avi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos falando de Zacarias, a cidade, e de&amp;nbsp;&lt;em&gt;Antonio Zacarias&lt;/em&gt;, mineiro de Passos, que aos 16 anos saiu de Minas Gerais, junto com a fam&amp;iacute;lia, para tentar a vida em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O pai,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Zacarias Silvestre&lt;/em&gt;, agricultor, acomodou toda a fam&amp;iacute;lia &amp;ndash; o jovem Antonio, a m&amp;atilde;e e mais 6 irm&amp;atilde;os &amp;ndash; num carro de boi, e partiu para a cidade de S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Marinheiro, a 400 quil&amp;ocirc;metros de dist&amp;acirc;ncia. Naquela &amp;eacute;poca, nos anos quarenta, a viagem durou dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vivendo basicamente da terra, a fam&amp;iacute;lia Zacarias mudou-se, pouco tempo depois, para uma &amp;aacute;rea encravada entre Buritama, Planalto e S&amp;atilde;o Jer&amp;ocirc;nimo (uma pequena vila que j&amp;aacute; desapareceu). Era o ano de 1941 e aquela &amp;aacute;rea era s&amp;oacute; mato. Mas na beira do c&amp;oacute;rrego da Ribada, onde se estabeleceu, tinha pasto para o gado e terra boa para plantio de algod&amp;atilde;o. Al&amp;eacute;m disso, j&amp;aacute; existia por l&amp;aacute; uma grande fazenda, a Caturama, que tinha a imensid&amp;atilde;o de dois mil alqueires, com uma grande &amp;aacute;rea plantada e uma serraria em funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antonio, o filho mais velho de seu Silvestre, ergueu a primeira casa &amp;ndash; que existe at&amp;eacute; hoje, na entrada da cidade. E logo deu nome ao lugar de Zacarias, como uma justa homenagem a fam&amp;iacute;lia pioneira, cujo precursor, o senhor Silvestre, ficou reconhecido pela ajuda que dava aos moradores locais. Foi ele quem construiu a primeira igrejinha, uma igreja evang&amp;eacute;lica, que ele tratou de chamar de &amp;ldquo;igreja independente&amp;rdquo;, hoje pertencente &amp;agrave; Congrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o Crist&amp;atilde; do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 1942, um ano depois de sua funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, come&amp;ccedil;aram a chegar legi&amp;otilde;es de baianos, interessados na agricultura e no trabalho na serraria da fazenda &amp;ndash; de onde saia madeira para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o das casas. E o que era um amontoado de gente e de pequeninas casas acabou se transformando na Vila Zacarias, que virou distrito de Planalto, em 1948, pela Lei 233, de 24 de dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas Zacarias tinha um problema grave de acesso a centros mais desenvolvidos, comum &amp;agrave;s novas vilas.&amp;nbsp; A 13 quil&amp;ocirc;metros de Planalto e 14 de Buritama, n&amp;atilde;o havia meios de transporte adequados, nem estradas em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, para se chegar a essas localidades, onde poderiam ser encontrados, por exemplo, m&amp;eacute;dico e farm&amp;aacute;cia. Ali, a jardineira s&amp;oacute; passava uma vez por dia. N&amp;atilde;o havia correio, nem telefone.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas o povo de Zacarias resolveu esse problema de forma arrojada: se por terra estava dif&amp;iacute;cil, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para facilitar o transporte e a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o daquela gente tinha que vir de cima &amp;ndash; do c&amp;eacute;u, literalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi feito, assim, um campo de pouso e comprado um avi&amp;atilde;o, o PP-RQB. Mas como ningu&amp;eacute;m sabia pilotar, foi contratado um piloto de outra cidade, que ia para Zacarias duas vezes por semana para dar aulas de pilotagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto o distrito Zacarias tinha um bom com&amp;eacute;rcio: lojas de armarinhos, enxovais, m&amp;aacute;quina de beneficiamento de arroz e &amp;ldquo;a mais barateira&amp;rdquo; &amp;ndash; como orgulhosamente se auto proclamava &amp;ndash; a &amp;ldquo;Casa Amaro&amp;rdquo; de seu Adolfo Amaro, onde se compravam ferragens, latarias em geral, bebidas nacionais e estrangeiras. Ali&amp;aacute;s, &amp;eacute; filho de seu Amaro, que viveu em Zacarias at&amp;eacute; 1954, o comandante&amp;nbsp;&lt;em&gt;Rolim,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;na &amp;eacute;poca com 4 anos de idade, nascido em Nipo&amp;atilde;, que anos mais tarde, veio a construir a sua pr&amp;oacute;pria companhia a&amp;eacute;rea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Um Zacarias fundou a vila; outro Zacarias &amp;ndash; Louren&amp;ccedil;o, d&amp;eacute;cadas depois, foi o l&amp;iacute;der do movimento pela emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do distrito. Filho de Antonio Zacarias, seu fundador, Louren&amp;ccedil;o nasceu, cresceu e constituiu fam&amp;iacute;lia em Zacarias, trazendo consigo um exemplar hist&amp;oacute;ria de luta pol&amp;iacute;tica. Agropecuarista, foi vereador durante vinte anos (de 1972 a 1992) na ent&amp;atilde;o sede do Munic&amp;iacute;pio, Planalto. Na milit&amp;acirc;ncia pol&amp;iacute;tica, Louren&amp;ccedil;o percebeu que o futuro do lugar estava na emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim, em 15 de mar&amp;ccedil;o de 1989, come&amp;ccedil;ou a reunir as ades&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para entrar com o processo de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Munic&amp;iacute;pio na Assembleia Legislativa. Foi o pontap&amp;eacute; inicial de uma luta que durou tr&amp;ecirc;s anos, sem tr&amp;eacute;gua. Nos primeiros momentos, Louren&amp;ccedil;o tocava a batalha sozinho. Mas, com o tempo, outros companheiros chegaram como Osvaldo Coelho Couto, Santiago Ribeiro Ferreira, Nilson Polizel e Antonio Cavalarin Primo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Depois do plebiscito, que obteve amplo apoio popular, e da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Assembleia, e da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Assembleia Legislativa, o entusiasmo da comunidade de Zacarias foi frustrado quando o Governador vetou a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Munic&amp;iacute;pio. Nova luta, esta definitivamente vitoriosa, com a derrubada do veto pela Assembleia Legislativa em 5 de mar&amp;ccedil;o de 1992&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.zacarias.sp.gov.br/"&gt;https://www.zacarias.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Zacarias</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_6_02062025115403.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:47:04 -0300</pubDate>
<title>Votuporanga</title>
<link>https://amitesp.com.br/votuporanga</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/votuporanga</guid>
<description>
&lt;h4&gt;Em 28 de dezembro de 1936 a Companhia Agr&amp;iacute;cola Francisco Schimidt S/A que vinha enfrentando dificuldades financeiras em virtude das crises enfrentadas pela cultura cafeeira, quita suas d&amp;iacute;vidas com a empresa exportadora alem&amp;atilde; Theodor Wille &amp;amp; Cia, entregando-lhe em da&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagamento duas glebas de terras, uma delas a Fazenda Votuporanga, totalizando 11.340,14 alqueires, encravadas na Fazenda Marinheiro de Cima, no munic&amp;iacute;pio de Tanab&amp;iacute;, Comarca de Monte Apraz&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa alem&amp;atilde; constitui a Empreza Paulista Para Retalhar Terras com a finalidade de lotear as &amp;aacute;reas adquiridas e nos primeiros dias de fevereiro de 1937 envia para a regi&amp;atilde;o os engenheiros Guilherme Von Trumbach e Otto Rittl, que auxiliados pelo Sr. Pascoal Albanese morador em Tanab&amp;iacute; e por sua sugest&amp;atilde;o reservam uma parte da &amp;aacute;rea, destinando-a &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;cleo, uma futura vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 14 de mar&amp;ccedil;o do mesmo ano, cavaleiros partem da sede da fazenda em busca do local ideal para a nova vila e no caminho encontram a placa da antiga fazenda, estava escolhido o nome: Votuporanga por sugest&amp;atilde;o do Sr. Sebasti&amp;atilde;o Almeida de Oliveira.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o empreendimento foi reservada uma &amp;aacute;rea de 30 alqueires e tra&amp;ccedil;ado 12 quarteir&amp;otilde;es, pra&amp;ccedil;as e ruas e no dia 8 de agosto de 1937, com direito a churrasco, banda, catira, muitos discursos e com a ben&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cruzeiro pelo padre Izidoro Cordeiro Paranhos, estava inaugurada a Vila de Votuporanga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1&amp;ordm; de janeiro de 1945 a Vila recebe os foros de cidade e &amp;eacute; elevada &amp;agrave; categoria de Munic&amp;iacute;pio, sendo nomeado como primeiro prefeito o cartor&amp;aacute;rio de Am&amp;eacute;rico de Campos, Sr. Francisco Vilar Horta e em 13 de junho de 1945 &amp;eacute; instalada a Comarca sendo nomeado como primeiro juiz de direito do dr. Nelson Ferreira Leite.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome&lt;br /&gt;VOTU = ar, brisa e PORANGA = belo, bom, bonito.&lt;br /&gt;Bons Ares, Bons Ventos, Brisas Suaves.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;A grande festa contou com a presen&amp;ccedil;a de autoridades, centenas de pessoas de todas as classes sociais vindas de localidades vizinhas. Durante a solenidade houve discurso, m&amp;uacute;sica com banda musical e uma missa campal em um altar improvisado celebrada por Padre Izidoro Cordeiro Paranhos, representando o Bispado de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto. Durante a festa foi servido um grandioso churrasco para todos os presentes.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiros moradores&lt;br /&gt;Otto Rittl, Gunther Hermann Friederch Schamal, Dr. Gilberto Sampaio Vidal, Sebasti&amp;atilde;o Almeida de Oliveira, Sebasti&amp;atilde;o de Lima Braga, Germano Robach, Dem&amp;eacute;trio Ac&amp;aacute;cio de Lima, Ab&amp;iacute;lio Franco, Wolfrang Weringer, Francisco de Vilar Horta, Jos&amp;eacute; Abdo, Germano Pernica, Braz Vita, J&amp;uacute;lio Gon&amp;ccedil;alves, Nicola Consolo, Jorge Homsi, Roque Januzzi, Jo&amp;atilde;o Evangenlista de Castro, Bas&amp;iacute;lio Almeida de Oliveira, Minervina do Santos, Margarida Maschi Baliano, Cec&amp;iacute;lio Cordeiro Paranhos e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ferrovia&lt;br /&gt;A Estrada de Ferro Araraquarense (E.F.A) &amp;ndash; Fepasa &amp;ndash; foi inaugurada em 05 de fevereiro de 1945, no governo de Get&amp;uacute;lio Vargas. O governador do Estado era Sebasti&amp;atilde;o Nogueira de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trilhos ficou parada em Cosmorama por dois anos at&amp;eacute; chegar a Votuporanga. O primeiro chefe da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Trem da cidade foi Narciso Martins. Somente quatro anos depois a estrada f&amp;eacute;rrea chegou a Valentim Gentil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cinco de mar&amp;ccedil;o de 1958 foi implantada a linha de &amp;ldquo;bitola larga&amp;rdquo;, tornando a viagem para S&amp;atilde;o Paulo mais r&amp;aacute;pida.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima&lt;br /&gt;O clima da regi&amp;atilde;o, segundo a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Koppen, &amp;eacute; do tipo tropical com inverno seco, com temperatura m&amp;eacute;dia&amp;nbsp;compensada anual de 23,5&amp;ordm;C, tendo m&amp;eacute;dia das m&amp;aacute;ximas de 30&amp;ordm;C e a m&amp;eacute;dia das m&amp;iacute;nimas de 19&amp;ordm;C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precipita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pluviom&amp;eacute;trica m&amp;eacute;dia &amp;eacute; de 1.230mm/ano, concentrados entre os meses de outubro e abril. O tempo&amp;nbsp;aproximado de insola&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de 2.530 horas anuais, com unidade relativa do ar &amp;eacute; de 66%, podendo, principalmente no inverno,&amp;nbsp;ficar abaixo dos 20%.&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.votuporanga.sp.gov.br/"&gt;https://www.votuporanga.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Votuporanga" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_109_1_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Votuporanga</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_6_02062025114635.jpg" type="image/jpg" />
</item>
<item>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:35:31 -0300</pubDate>
<title>Vargem</title>
<link>https://amitesp.com.br/vargem</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/vargem</guid>
<description>
&lt;p&gt;HIST&amp;Oacute;RIA DO MUNIC&amp;Iacute;PIO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Localizada na regi&amp;atilde;o bragantina, Vargem fica entre as montanhas da Serra da Mantiqueira e na divisa do Estado de S&amp;atilde;o Paulo com a regi&amp;atilde;o sul de Minas Gerais. Com aproximadamente 10 mil habitantes, no passado j&amp;aacute; foi local de grande movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e agr&amp;iacute;cola. No auge da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; dos munic&amp;iacute;pios paulistas, Vargem abrigou grandes fazendas produtoras e at&amp;eacute; uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ainda existe e pode ser visitada at&amp;eacute; da antiga S&amp;atilde;o Paulo Railway, companhia que geria a estrada de ferro pela qual era escoada a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; para outras regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s, em especial para o sul de Minas Gerais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Dos tempos do caf&amp;eacute;, a cidade ainda acolhe algumas das fazendas, que hoje s&amp;atilde;o resid&amp;ecirc;ncias dos descendentes dos fazendeiros e mant&amp;eacute;m preservadas as mem&amp;oacute;rias daqueles tempos. Os turistas interessados nesta hist&amp;oacute;ria n&amp;atilde;o devem deixar de visitar as propriedades, os antigos casar&amp;otilde;es, ouvir as hist&amp;oacute;rias contadas ao longo das gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e provar as del&amp;iacute;cias da cozinha do interior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Para curtir as belezas naturais da cidade, vale uma visita &amp;agrave; Pedra do Lopo, com 1.780 metros de altura, &amp;agrave; Represa Jaguari/Jacare&amp;iacute;, a maior do Sistema Cantareira, que possui uma boa parte localizada em Vargem, al&amp;eacute;m das cachoeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Um passeio pelas diversas igrejas da cidade, como a Capela de S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Batista e a Capela de S&amp;atilde;o Benedito, al&amp;eacute;m da Igreja Matriz, localizada no centro, tamb&amp;eacute;m pode revelar muito da religiosidade e da cultura da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ber&amp;ccedil;o do surgimento de Bragan&amp;ccedil;a Paulista, Vargem percorreu um longo caminho com importantes hist&amp;oacute;rias at&amp;eacute; ter sua autonomia pol&amp;iacute;tica decretada com a emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 30 de dezembro de 1991. Criado como distrito em 1929, era pertencente ao atual munic&amp;iacute;pio de Bragan&amp;ccedil;a Paulista, na &amp;eacute;poca o antigo povoado de Nossa Senhora da Concei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Jaguari.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Seus habitantes eram bandeirantes em busca de ouro, pedras e &amp;iacute;ndios para escravizar, e, ainda, agricultores, que buscavam aproveitar e utilizar o valor econ&amp;ocirc;mico da terra para estabelecer um com&amp;eacute;rcio entre o sert&amp;atilde;o e o litoral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Antes disso, em 1778 e 1789, o povoado se formou a partir das concess&amp;otilde;es de terras a Jo&amp;atilde;o Rodrigues Antunes e Jo&amp;atilde;o Francisco de Oliveira, respectivamente. Por&amp;eacute;m, foi no s&amp;eacute;culo XIX que Vargem viveu uma de suas melhores &amp;eacute;pocas. A regi&amp;atilde;o se desenvolveu gra&amp;ccedil;as &amp;agrave;s produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es de caf&amp;eacute; e tamb&amp;eacute;m por conta da instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferrovia S&amp;atilde;o Paulo Railway, em 1884.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Com a chegada da estrada de ferro, a Regi&amp;atilde;o Bragantina teve novas possibilidades de crescimento e tinha na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Vargem a &amp;uacute;ltima do sistema. A ferrovia foi um grande fator de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, pois o maior movimento era de carga para a regi&amp;atilde;o sul de Minas Gerais. Por conta disso, Minas Gerais e S&amp;atilde;o Paulo disputaram a posse pelo povoado de Vargem, representante da divisa entre os estados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Voltando ao ano de 1929, Vargem j&amp;aacute; era considerada um grande centro de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e agr&amp;iacute;cola. Por&amp;eacute;m, em 1959, a inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rodovia Fern&amp;atilde;o Dias provocou a desativa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferrovia, no in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada seguinte. Junto com a queda da agricultura do caf&amp;eacute;, a cidade passou por um per&amp;iacute;odo dif&amp;iacute;cil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ap&amp;oacute;s ser criada em 1929, Vargem j&amp;aacute; havia sido elevada como munic&amp;iacute;pio em 28 de dezembro de 1964, mas seis anos depois, em 17 de abril de 1970, foi reconduzida &amp;agrave; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de distrito de Bragan&amp;ccedil;a Paulista. Depois de 21 anos, enfim teve sua autonomia pol&amp;iacute;tico-administrativa finalmente decretada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://vargem.sp.gov.br/"&gt;https://vargem.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Vargem" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_108_2_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Vargem</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_5_02062025113515.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:29:45 -0300</pubDate>
<title>Mineiros do Tietê</title>
<link>https://amitesp.com.br/mineiros-do-tiete</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/mineiros-do-tiete</guid>
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&lt;div class="row"&gt;
&lt;div class="col-md-12"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="font-weight-light" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/section&gt;
&lt;div class="container"&gt;
&lt;div class="row"&gt;
&lt;div class="col-md-9"&gt;
&lt;article class="block_single_news"&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O povoamento da regi&amp;atilde;o banhada pelo Ribeir&amp;atilde;o S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o e C&amp;oacute;rrego do Pascoal, iniciou-se em meados do s&amp;eacute;culo XIX, quando a&amp;iacute; chegaram algumas fam&amp;iacute;lias provenientes de Minas Gerais, como os Corr&amp;ecirc;a de Mello, Dutra Lopes, os Gomes e Alves Pereira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por volta de 1875, um dos moradores do "Bairro dos Mineiros"- como ficou conhecido, tendo em vista a origem dos povoadores - Vicente Val&amp;eacute;rio dos Santos, doou uma parte de suas terras para constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um patrim&amp;ocirc;nio, ergueu uma capela em louvor de Santa Cruz, em torno da qual foram constru&amp;iacute;das casas entre elas, Jos&amp;eacute; Ven&amp;acirc;ncio de Azevedo estabeleceu o seu com&amp;eacute;rcio, seguido pelo imigrante italiano, Garibaldi de Luna, que, al&amp;eacute;m de sua loja de tecidos, dava aulas de m&amp;uacute;sica, sendo fundador de banda local.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dois fatos contribu&amp;iacute;ram para o progresso do povoado, a chegada da Estrada de Ferro Rio Claro, mais tarde comprada pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro e a vinda de outro imigrante italiano, Salvador Vinaglia, que adquirindo gleba, loteou-a em ch&amp;aacute;caras, atraindo novos habitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em janeiro de 1891 a antiga Capela de Mineiros, teve criado o Distrito de Paz, no Munic&amp;iacute;pio de Dois C&amp;oacute;rregos. Teve a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o reduzida para Mineiros, em 1899, alterado para Mineiros do Tiet&amp;ecirc; (o rio do mesmo nome banha o sul de seu territ&amp;oacute;rio), em 1944.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Gent&amp;iacute;lico:&lt;/strong&gt; Mineirostieteense&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;strong&gt;Atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es tur&amp;iacute;sicas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O Salto D. Pedro II&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- &amp;nbsp;Com cerca de 10 metros de altura &amp;eacute; o mais importante do Munic&amp;iacute;pio. Localiza-se no ribeir&amp;atilde;o S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o, em &amp;aacute;rea urbana hoje denominada Parque Ecol&amp;oacute;gico.&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Represa do Rio Tiet&amp;ecirc;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Formada pela Hidrel&amp;eacute;trica de Barra Bonita no '''Rio Tiet&amp;ecirc;''' (constru&amp;iacute;da no fim dos anos 50 e in&amp;iacute;cio dos anos 60). Esse represamento forma um grande lago que atinge aproximadamente 7 km de largura. Est&amp;aacute; localizado na &amp;aacute;rea rural, 15 km da cidade. Nesse local realiza-se a pr&amp;aacute;tica da pesca, camping, esportes n&amp;aacute;uticos, balne&amp;aacute;rio e lazer. O Bairro denomina-se &amp;ldquo;Vale Verde&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fazenda Imperial&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- O casar&amp;atilde;o de uma fazenda chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o por sua edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o portentosa, notabilizou-se por ter sido palco de um dos mais importantes fatos hist&amp;oacute;ricos ocorridos na regi&amp;atilde;o. O im&amp;oacute;vel hospedou o imperador dom Pedro II e a imperatriz Tereza Cristina. O casal veio seguindo a rota dos bandeirantes, pelo Rio Tiet&amp;ecirc;, para a inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrada de ferro em Mineiros. Com 1.200 metros quadrados de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e 22 c&amp;ocirc;modos, o casar&amp;atilde;o fica na Fazenda Imperial. Na &amp;eacute;poca, chamava-se Fazenda Banhar&amp;atilde;o e pertencia a Jos&amp;eacute; Em&amp;iacute;dio de Almeida Cardia. Para a vinda do casal imperial, o fazendeiro preparou o im&amp;oacute;vel durante seis anos, para que ficasse de acordo com as exig&amp;ecirc;ncias do monarca. Segundo registros da &amp;eacute;poca, foram feitos afrescos nas paredes de toda a casa por pintores portugueses.&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Festa em Louvor a Santo Ant&amp;ocirc;nio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- &amp;Eacute; realizada todo ano, desde 1904, no m&amp;ecirc;s de Junho, com comidas t&amp;iacute;picas, leil&amp;atilde;o de gado, queimas de fogos e quadrilhas de dan&amp;ccedil;as. A Festa ao padroeiro Santo Ant&amp;ocirc;nio de P&amp;aacute;dua &amp;eacute; a mais importante e antiga do Munic&amp;iacute;pio; a ben&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial ao Orat&amp;oacute;rio da capela de Santo Ant&amp;ocirc;nio foi feita em 10 de junho de 1904, realizando-se a prociss&amp;atilde;o no dia 13 seguinte.&lt;br /&gt;Em 1954 a capela de Santo Ant&amp;ocirc;nio foi demolida, sendo reconstru&amp;iacute;da a partir daquele ano, sendo que a ben&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pedra fundamental aconteceu em 20 de fevereiro de 1954, com a presen&amp;ccedil;a do Bispo da Diocese de S. Carlos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Serra do Morro Alto e Pedra Branca no &amp;ldquo;Baix&amp;atilde;o da Serra&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Faz parte da Serra de Brotas e possui mata nativa fechada, com riachos, cachoeiras, macacos, tucanos, paca e outros animais selvagens. Possui tamb&amp;eacute;m tr&amp;ecirc;s grandes morros de pedras e pared&amp;otilde;es no seu interior. Pratica-se nesses locais, "enduros" e "trilhas" (esporte com motocicletas).&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Folclore &amp;ldquo;Unhudo da Pedra Branca&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- &amp;nbsp;segundo a lenda, seria um ser semelhante a um homem, com enormes unhas, barba comprida, peludo e muito feio. Este, supostamente atacaria as pessoas que iriam apanhar jabuticabas do mato no "Morro da Pedra Branca" na zona rural, no bairro do "Baix&amp;atilde;o da Serra'', pr&amp;oacute;ximo ao Rio Tiet&amp;ecirc;.
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.mineirosdotiete.sp.gov.br"&gt;https://www.mineirosdotiete.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title="OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO - AMITESP - Mineiros do Tiet&amp;ecirc;" href="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/arquivo/a_33_63_47_23052025122007.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o resultado do formul&amp;aacute;rio preenchido para o OBSERVAT&amp;Oacute;RIO DE TURISMO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/article&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description>
<category>Mineiros do Tietê</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_3_02062025112918.jfif" type="image/jfif" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:22:03 -0300</pubDate>
<title>Uru</title>
<link>https://amitesp.com.br/uru</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/uru</guid>
<description>
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;A ORIGEM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;Uru surgiu nas primeiras d&amp;eacute;cadas do s&amp;eacute;culo XX. Conta &amp;agrave; hist&amp;oacute;ria que seu fundador em&amp;eacute;rito, Sr. Paschoal Flamino, que era colono de caf&amp;eacute; &amp;agrave; muito tempo, nos idos de 1.910 adquiriu uma propriedade no munic&amp;iacute;pio de Piraju&amp;iacute;, dedicando-se ao cultivo de caf&amp;eacute;, e em 1.919 trasladou-se para a localidade onde hoje se encontra o munic&amp;iacute;pio de Uru, adquirindo uma fazenda de aproximadamente 180 hectares de terras inexploradas que, com arrojo desbravou-as para dar continuidade &amp;agrave; lavoura cafeeira, e ent&amp;atilde;o buscou fundar uma vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;CRIA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO POVOADO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;Por volta do ano de 1.923, o senhor Paschoal Flamino dividiu uma pequena parte de suas terras (15 ha) em lotes, vendendo-os aos colonos e pessoas interessadas na regi&amp;atilde;o, j&amp;aacute; produtiva. Essa iniciativa veio permitir a outros propriet&amp;aacute;rios que habitavam nessa localidade seguir o seu exemplo, sendo um deles o Sr. Francisco Telles, vizinho de terras. Foi a partir deste empreendimento que surgiu em 1.934 um pequeno patrim&amp;ocirc;nio denominado SANTO ANT&amp;Ocirc;NIO DE URU.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRIA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E EMANCIPA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO MUNIC&amp;Iacute;PIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;O patrim&amp;ocirc;nio de Uru desenvolveu-se rapidamente e em 1.953, o ent&amp;atilde;o Governador do Estado, Dr. Lucas Nogueira Garcez, promulgou a Lei n&amp;ordm; 2456, de 30/12/1953, dando a Uru sua emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica com instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 01-01-1954, com o nome atual de URU.&lt;br /&gt;Quando de sua emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica, chegou a ter uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 4.000 habitantes, a grande maioria residindo na zona rural, trabalhando na lavoura de caf&amp;eacute;.&lt;br /&gt;Na d&amp;eacute;cada de 1960 a cafeicultura, principal p&amp;oacute;lo econ&amp;ocirc;mico regional, come&amp;ccedil;ou a se inviabilizar porque seu com&amp;eacute;rcio tornou-se oscilante no mercado exterior. &amp;Aacute; curto prazo n&amp;atilde;o houve pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os, e &amp;agrave; m&amp;eacute;dio prazo passou-se a adotar uma pol&amp;iacute;tica de abandono no trato, pois os insumos, e a mat&amp;eacute;ria-prima importada, ficaram car&amp;iacute;ssimas e fora do alcance da grande maioria. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no munic&amp;iacute;pio foi ficando insustent&amp;aacute;vel, pois o mesmo tinha uma base econ&amp;ocirc;mica prim&amp;aacute;ria sem nenhuma ind&amp;uacute;stria ou atividade comercial atuante, o que provocou o &amp;ecirc;xodo rural e a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para outros centros urbanos, o que esvaziou a cidade de Uru. Hoje o munic&amp;iacute;pio conta com uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1.406 habitantes, sendo 503 na zona rural.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;O DESENVOLVIMENTO SUSTENT&amp;Aacute;VEL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;As lavouras de caf&amp;eacute; come&amp;ccedil;aram a ser arrancadas e as pastagens foram surgindo. As propriedades passaram a ter ent&amp;atilde;o um car&amp;aacute;ter de sobreviv&amp;ecirc;ncia, pois plantava se para o pr&amp;oacute;prio consumo. Hoje em dia o munic&amp;iacute;pio come&amp;ccedil;a a viver um novo momento de mudan&amp;ccedil;as com a vinda das lavouras de cana.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;O munic&amp;iacute;pio de Uru tem uma &amp;aacute;rea de 14.400 ha, com 64,1 km de rios distribu&amp;iacute;dos em nascentes principais a foz dos c&amp;oacute;rregos desaguam no Rio Tiet&amp;ecirc;, mais precisamente no reservat&amp;oacute;rio da Usina de Promiss&amp;atilde;o. Estes c&amp;oacute;rregos t&amp;ecirc;m sua vaz&amp;atilde;o diminuindo ano a ano, e em muitos trechos apresentam-se assoreados, dificultando o seu uso. Tentando sanar esse processo, o munic&amp;iacute;pio, atrav&amp;eacute;s do Programa Estadual de Micro Bacias Hidrogr&amp;aacute;ficas vem buscando alternativas para controlar a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos naturais. Paralelamente a isto, temos um Projeto de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ambiental desenvolvido na Escola Estadual "Paschoal Flamino", com excurs&amp;otilde;es e aulas pr&amp;aacute;ticas sobre o que pode ser feito para diminuir esta degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preparar as crian&amp;ccedil;as para preservar o meio ambiente. Junto ao Viveiro municipal estamos implantando o plantio de algumas esp&amp;eacute;cies de ess&amp;ecirc;ncias nativas da regi&amp;atilde;o para enriquecimento de &amp;aacute;reas degradadas nas propriedades do munic&amp;iacute;pio. Conv&amp;eacute;m ressaltar que dos treze munic&amp;iacute;pios que fazem parte do Escrit&amp;oacute;rio de Desenvolvimento Rural de Lins, Uru &amp;eacute; o munic&amp;iacute;pio que tem a maior &amp;aacute;rea com vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural, 350 ha, o que facilita nas exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dadas aos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;Como membro integrante do Comit&amp;ecirc; da Bacia Hidrogr&amp;aacute;fica do Tiet&amp;ecirc;-Batalha cabe ao munic&amp;iacute;pio, representado pelo seu Prefeito, definir as obras e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos h&amp;iacute;dricos, e tamb&amp;eacute;m optar pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos do FEHIDRO nas &amp;aacute;reas de: combate e preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; eros&amp;atilde;o urbana saneamento b&amp;aacute;sico e ambiental coleta, reciclagem e tratamento de res&amp;iacute;duos s&amp;oacute;lidos educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mudas e reflorestamento ciliar aproveitamento m&amp;uacute;ltiplo de recursos h&amp;iacute;dricos e planejamento e gerenciamento de recursos h&amp;iacute;dricos.&lt;br /&gt;Dentro destas premissas, Uru j&amp;aacute; foi contemplado com recursos para a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Usina de Reciclagem de Lixo constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de galeria pluvial na Avenida Altino Negrisoli, e logo receber&amp;aacute; recursos para adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um trecho de 2,6 km de estrada rural, diminuindo assim o efeito do assoreamento no C&amp;oacute;rrego Uru.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ORIGEM DO NOME&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;texto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;O nome URU &amp;eacute; origin&amp;aacute;rio de um p&amp;aacute;ssaro muito comum no Centro-Oeste e Sul do Brasil. S&amp;atilde;o aves galiformes que vivem em pequenos bandos no ch&amp;atilde;o, alimentando-se de pequenos frutos, e preferem matas densas. Hoje s&amp;oacute; &amp;eacute; encontrado na regi&amp;atilde;o de Mato Grosso e Amazonas, mas j&amp;aacute; existiu por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anivers&amp;aacute;rio da Cidade&lt;/strong&gt;: 13 de Junho&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;texto&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;strong&gt;Gent&amp;iacute;lico&lt;/strong&gt;: Uruense&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://uru.sp.gov.br/"&gt;https://uru.sp.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Uru</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_4_02062025112143.jpg" type="image/jpg" />
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:16:16 -0300</pubDate>
<title>Uchôa</title>
<link>https://amitesp.com.br/uchoa</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/uchoa</guid>
<description>
&lt;p&gt;Data de 1890, com o desmembramento judicial e loteamento de duas enormes Fazendas, a Palmeiras e a S&amp;atilde;o Domingos ou Moraes, a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por migrantes Mineiros, do territ&amp;oacute;rio que se tornaria o Munic&amp;iacute;pio de Uch&amp;ocirc;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por volta de 1910, um destes migrantes, Salviano Nunes, doou terras ao Patrim&amp;ocirc;nio de S&amp;atilde;o Miguel e erigiu uma capela pr&amp;oacute;xima &amp;agrave; margem esquerda do C&amp;oacute;rrego Grande, em torno da qual iniciou-se um povoado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final desse ano chegaram ao local os primeiros imigrantes europeus: Ubaldino Alvarez Perez, Bruno Garisto e os irm&amp;atilde;os Calil, Cec&amp;iacute;lio e Francisco Abdalla, que a&amp;iacute; instalaram suas casas de com&amp;eacute;rcio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1911, com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Araraquara (EFA) foi constru&amp;iacute;da uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;xima ao pequeno povoado, &amp;agrave; qual se deu o nome de Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ignacio Uch&amp;ocirc;a em homenagem ao senador, advogado, fazendeiro e um dos principais acionistas da EFA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir de 1912, inicia-se a chegada maci&amp;ccedil;a de imigrantes europeus atra&amp;iacute;dos pela oferta de terras baratas e f&amp;eacute;rteis para a cultura do caf&amp;eacute;. Em poucos anos, fazendas s&amp;atilde;o formadas e o "ouro verde" reinava absoluto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1913, Arthur Ortenblad, propriet&amp;aacute;rio das terras na margem direita do C&amp;oacute;rrego Grande, doou o Patrim&amp;ocirc;nio de Santa Izabel, pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ign&amp;aacute;cio Uch&amp;ocirc;a e iniciou loteamento, onde se instalaram resid&amp;ecirc;ncias, casas comerciais e um hotel,&amp;nbsp; desenvolvendo-se em ritmo maior do que o Patrim&amp;ocirc;nio de S&amp;atilde;o Miguel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o crescimento de ambos os Patrim&amp;ocirc;nios, principalmente o de Santa Izabel, e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fazendas de caf&amp;eacute;, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Distrito n&amp;atilde;o tardou. Em 26 de dezembro de 1913, pela Lei Estadual n&amp;deg; 1905, foi criado o Distrito de Paz de Ignacio Uch&amp;ocirc;a, pertencendo &amp;agrave; comarca de Rio Preto. O novo Distrito teve r&amp;aacute;pido crescimento e, em 1920, j&amp;aacute; apresentava, segundo o IBGE, 9701 habitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em 30 de dezembro de 1925, pela Lei Estadual n&amp;deg; 2117, Ignacio Uch&amp;ocirc;a foi elevado a Munic&amp;iacute;pio, desmembrando-se do de Rio Preto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o se deu em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;abbr title="Anivers&amp;aacute;rio de Uchoa"&gt;28 de mar&amp;ccedil;o de 1926&lt;/abbr&gt;&lt;/strong&gt;, com a posse de Joaquim Pinto Cintra de Camargo, do vice Jo&amp;atilde;o Birolli e dos vereadores Marciano Ferreira da Silva, Jo&amp;atilde;o Domingues da Silva, Manoel Francisco Fernandes e Belisardo Egydio Andr&amp;eacute;s.&lt;br /&gt;Em 1938, pelo Decreto Estadual n&amp;deg; 9775 o munic&amp;iacute;pio teve sua denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o abreviada para Uchoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://turismo.uchoa.sp.gov.br/"&gt;https://turismo.uchoa.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Uchôa</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_3_1_02062025111553.jpg" type="image/jpg" />
</item>
<item>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 10:46:28 -0300</pubDate>
<title>Ubarana</title>
<link>https://amitesp.com.br/ubarana</link><guid isPermaLink="true">https://amitesp.com.br/ubarana</guid>
<description>
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;HIST&amp;Oacute;RIA DE UBARANA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A origem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A comunidade de Ubarana, segundo os assentamentos existentes, teve sua origem com a doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma gleba de terras, constante de 25 (vinte e cinco) alqueires, efetuada pela fam&amp;iacute;lia Pinto, localizada hoje, a meio caminho entre a cidade de Jos&amp;eacute; Bonif&amp;aacute;cio e o rio Tiet&amp;ecirc;, no ano de 1907.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A essa &amp;eacute;poca, j&amp;aacute; se verificava na regi&amp;atilde;o o assentamento de moradores, dispensados por grande n&amp;uacute;mero de pequenas propriedades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levado por ideais de profecia ao culto religioso, foi que, juntando esses moradores, no dia 31 de dezembro de 1910, houve por bem, erguer a primeira cruz constru&amp;iacute;da de madeira, s&amp;iacute;mbolo da reden&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os crist&amp;atilde;os, marco primeiro, onde, posteriormente, daria lugar &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da igreja, tendo em S&amp;atilde;o Pedro o seu Padroeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o decorrer dos anos e havendo na regi&amp;atilde;o a predomin&amp;acirc;ncia de pequenas propriedades rurais, cujo n&amp;uacute;mero chegava em torno de quatrocentas, Ubarana experimentou um ascendente surto de progresso, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais desse retalhamento das terras localizadas em suas cer&amp;acirc;micas, contando com um com&amp;eacute;rcio ativo, com v&amp;aacute;rias casas comerciais (secos e molhados), tr&amp;ecirc;s padarias, tr&amp;ecirc;s farm&amp;aacute;cias, quatro bares, duas m&amp;aacute;quinas de benef&amp;iacute;cio de arroz, duas m&amp;aacute;quinas de beneficiar caf&amp;eacute; etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do distrito&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em raz&amp;atilde;o dessa ascens&amp;atilde;o da vila, Ubarana foi em dezembro de 1925 elevada &amp;agrave; categoria de distrito, tendo a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu cart&amp;oacute;rio, ocorrido a 24 de Abril de 1926, tomando seu primeiro escriv&amp;atilde;o posse em 8 de abril do mesmo ano.&amp;nbsp; No apogeu de seu desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico, o distrito chegou a contar com um n&amp;uacute;mero aproximado de 100 olarias, espalhadas em sua maioria pelas pequenas propriedades rurais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse ascendente desenvolvimento que se verificava no distrito de Ubarana, at&amp;eacute; 1939, pois com a chegada de novos moradores provindos de outras regi&amp;otilde;es, possuidores de abastados recursos financeiros, posteriormente foram adquirindo as pequenas propriedades e anexando-as umas &amp;agrave;s outras, transformando a regi&amp;atilde;o em propriedades constitu&amp;iacute;das de vastas &amp;aacute;reas, pertencentes hoje a poucos propriet&amp;aacute;rios, que das mesmas n&amp;atilde;o mais se desfizeram, tampouco as parcelaram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A decad&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das terras em poder dos novos propriet&amp;aacute;rios, verificou-se o esvaziamento do contingente populacional, tanto no setor rural, como tamb&amp;eacute;m na sede do distrito, entrando Ubarana em franca decad&amp;ecirc;ncia com a transfer&amp;ecirc;ncia dos estabelecimentos comerciais para outras localidades, ocasionando o enfraquecimento do com&amp;eacute;rcio de maneira acentuada e, consequentemente, a desestabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia do distrito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No setor rural, com a predomin&amp;acirc;ncia das grandes propriedades, que em sua maioria permaneceram ociosas, e, mesmo assim, aquelas que seus propriet&amp;aacute;rios se propunham a produzir, os faziam com atividades ligadas &amp;agrave; pecu&amp;aacute;ria, que empregava um n&amp;uacute;mero m&amp;iacute;nimo de trabalhadores, fizeram com que seus antigos donos e moradores das localidades procurassem outras regi&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desenvolvimento ocorrida no distrito de Ubarana tamb&amp;eacute;m foi influenciada pelo desenvolvimento atingido por Jos&amp;eacute; Bonif&amp;aacute;cio, aquela &amp;eacute;poca localizando-se mais pr&amp;oacute;ximo de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto, polo centralizador de toda a regi&amp;atilde;o, servida por vias de acesso at&amp;eacute; certo ponto acess&amp;iacute;veis e mais pr&amp;aacute;ticas. Jos&amp;eacute; Bonif&amp;aacute;cio, ent&amp;atilde;o, arrebatou para si aqueles que em Ubarana n&amp;atilde;o encontravam condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es satisfat&amp;oacute;rias, pois, uma vez ali, poderiam alcan&amp;ccedil;ar em S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto uma assist&amp;ecirc;ncia mais efetiva nos variados aspectos de suas necessidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; nesse est&amp;aacute;gio de decad&amp;ecirc;ncia, onde pouco proporcionava a seus moradores, que Ubarana permaneceu at&amp;eacute; o fim da d&amp;eacute;cada de 1950 e in&amp;iacute;cio dos anos 60.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Na d&amp;eacute;cada de 60 foi que se deu origem &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rodovia BR-153. Com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rodovia, ligando S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Preto a Lins (Transbrasiliana), razo&amp;aacute;vel prosperidade experimentou o distrito de Ubarana, ap&amp;oacute;s relacionar-se mais satisfatoriamente com os polos desenvolvidos da regi&amp;atilde;o, agilizando a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus produtos, mantendo uma inter-rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o quase perfeita em um interc&amp;acirc;mbio de seus interesses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na d&amp;eacute;cada de 70, abre-se o novo horizonte e come&amp;ccedil;a a nova hist&amp;oacute;ria.Os moradores puderam constatar que no rio Tiet&amp;ecirc; a argila era de boa qualidade para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material das cer&amp;acirc;micas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, foram constru&amp;iacute;das quatro cer&amp;acirc;micas, e com isso surgiu grande procura de empregos, e v&amp;aacute;rias fam&amp;iacute;lias se mudaram para Ubarana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Era 29 de Julho de 1989, o Di&amp;aacute;rio Oficial do Estado publica a Emenda n&amp;ordm; 233 ao Projeto de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, proposta pela Frente Distrital Paulista de Emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, criando novos munic&amp;iacute;pios, na qual estava inclu&amp;iacute;da a cidade de Ubarana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com base na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal de 1988, a emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tico-administrativa dos distritos dever&amp;aacute; seguir os tr&amp;acirc;mites legais estabelecidos por legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estadual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, antes mesmo da promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nova Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, em mar&amp;ccedil;o de 1987 foi fundada a Frente Distrital Paulista de Emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pol&amp;iacute;ticos e a comunidade de Ubarana come&amp;ccedil;am a se movimentar, no sentido de atingir tal objetivo, tendo como representante na entidade o Senhor Maur&amp;iacute;lio Jos&amp;eacute; Bailo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 22 de abril de 1988, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comunit&amp;aacute;ria do Distrito de Ubarana, (ACDU) formaliza pela primeira vez a solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Assembl&amp;eacute;ia Legislativa do Estado para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Munic&amp;iacute;pio. Tal solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi acompanhada da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o nominal de 112 eleitores do distrito, que faziam parte da referida associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo junto &amp;agrave; Assembl&amp;eacute;ia Legislativa do Estado obteve o apoio do ent&amp;atilde;o deputado Aloysio Nunes Ferreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi por iniciativa do deputado estadual Edinho Ara&amp;uacute;jo que Ubarana deu seus primeiros passos para se tornar um munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Distrito de Ubarana atendia a todos os requisitos exigidos pela nova lei estadual que dispunha sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fus&amp;atilde;o, incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desmembramento de munic&amp;iacute;pios e cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e supress&amp;atilde;o de Distritos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo, a 4 de dezembro de 1990, em sess&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria do plen&amp;aacute;rio da Assembl&amp;eacute;ia Legislativa, o processo de emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica coadministrativa foi aprovado e pela resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 694/90, de 21 de dezembro de 1990, aquela Casa de Leis solicita ao Tribunal Regional Eleitoral a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plebiscito, que foi autorizado pelo Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o n&amp;ordm; 109.347, publicado dia 15 de mar&amp;ccedil;o de 1.991.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A data marcada para o plebiscito foi 19 de maio de 1991 conforme publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Di&amp;aacute;rio Oficial do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O plebiscito foi realizado e 94% dos eleitores que votaram concordaram que Ubarana deveria ser um munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela Lei n&amp;ordm; 7664/91, de 30 de dezembro de 1991, que disp&amp;ocirc;s sobre as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no quadro territorial administrativo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, foi estabelecida a &amp;aacute;rea territorial de Ubarana com as respectivas divisas com os munic&amp;iacute;pios de Jos&amp;eacute; Bonif&amp;aacute;cio, Mendon&amp;ccedil;a, Adolfo, Promiss&amp;atilde;o e Barbosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estava assim realizado o sonho da maioria da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ubaranense, sua emancipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica-administrativa j&amp;aacute; era realidade. Restava agora, batalhar para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo munic&amp;iacute;pio brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A primeira elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 03 de outubro de 1992, foi realizada a primeira elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal na cidade para preenchimento dos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos 2076 eleitores do novo munic&amp;iacute;pio, votaram 1.920, e o primeiro prefeito eleito pelo voto popular e direto teve 1.150 votos, Maur&amp;iacute;lio Jos&amp;eacute; Bailo, tendo como vice-prefeito o Josias Jos&amp;eacute; dos Santos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A t&amp;atilde;o esperada instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu solenemente, com a posse dos eleitos em 01 de janeiro de 1993.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.ubarana.sp.gov.br/"&gt;https://www.ubarana.sp.gov.br/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
<category>Ubarana</category><media:content url="https://ecrie.com.br/sistema/conteudos/imagem/m_33_0_2_13012022122929.png" type="image/png" />
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